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É sintoma de que uns não estarão muito motivados para abrir. E é sinal de que outros não se sentem suficientemente acolhidos para poder entrar.
É importante bater à porta. Mas é necessário ir mais além da porta, procurando convencer a que deixem abrir mais que a porta.
Mas, só por si, é incapaz de gerar uma verdadeira proximidade.
Não basta sair de reunião para reunião, de proposta para proposta, sem qualquer concretização.
É o que acontece quando a missão é imprecisa na linguagem e hesitante nas prioridades de acção.
A missão não passa da «porta» quando há medo de falar directamente do Evangelho de Jesus. E quando prevalece o receio de agir em nome do Jesus do Evangelho.
É urgente uma pastoral que nos leve a aquecer a espiritualidade e a despertar para a caridade.
É imperioso que apareçam «mãos» para abrir «portas» que se mantêm fechadas. E para pôr pão nas mesas que permanecem vazias: o pão da Palavra, o pão da Eucaristia, o pão para as refeições.
É pelas nossas mãos que Ele quer que o Seu Pão alimente (cf. 1Cor 11, 26). E que muitos pães saciem (cf. Lc 9, 13).
Enfim, Ele conta connosco para «incendiar» todos os corações (cf. Lc 24, 32)!
Do blogue THEOSFERA