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Acontece que a confissão, para muitos, deixou de se fazer na igreja. Passou a fazer-se mais com os amigos. Ou, então, na televisão, no blogue, no «facebook» ou no «twitter».
A assiduidade é incomparavelmente maior. As pessoas não se «confessam» de tempos a tempos, mas quase a todo o instante.
Para não poucos, «confessar-se» é expor-se em público.
Não há, por isso, lugar para «arrependimentos» ou «propósitos de emenda». O tom destas «confissões» é, geralmente, de autopromoção.
E, aí, já transbordam as fraquezas, profusamente debitadas sob o manto da intriga, da insinuação e até da calúnia. Tudo isto sem o menor decoro ou quaisquer pedidos de perdão.
Por muito arrependido que esteja, o que cometeu um desvio é sempre visto como um corrupto, o que mentiu uma vez é sempre tido por mentiroso, etc.
Trata-se, contudo, de uma sociedade que não perdoa o menor deslize, mostrando-se — para todo o sempre — implacável com quem fraqueja.
A pessoa é acolhida na sua verdade, respeitada na sua intimidade e apoiada na sua disponibilidade para mudar.
Não é um branqueamento; é uma verdadeira transformação.
O Seu perdão é oferecido por intermédio de Cristo. E Cristo, hoje, está presente na Igreja, que é o Seu Corpo (cf. 1Cor 12).