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Michael Heller, sacerdote católico, cosmólogo e matemático, polaco de nascimento, recebeu o prémio académico mais reconhecido do mundo por um estudo que mostra como a matemática pode oferecer provas indirectas da existência de Deus. O prémio é de 1 milhão e 170 mil Euros.
As teorias do Pe. Heller não se centram tanto em oferecer provas da existência de Deus, mas em suscitar dúvidas acerca da realidade. A sua especialidade são as fórmulas complexas, desenvolvidas há mais de 40 anos, capazes de explicar qualquer coisa, inclusive a sorte, através do cálculo matemático.
O júri distinguiu-o pelas suas concepções originais sobre "a origem e a causa do universo". Através de uma "teológica da ciência" colocou a visão cristã do universo no quadro mais amplo do contexto cosmológico.
Michael Heller, de 72 anos, é professor na Faculdade de Filosofia da Academia Pontifícia de Teologia de Cracóvia, Polónia e foi amigo pessoal do Papa João Paulo II. As suas pesquisas «ampliaram o horizonte metafísico da ciência», segundo fontes da Fundação Templeton, que há 35 anos concede o prémio ao progresso para a pesquisa ou desenvolvimento de realidades espirituais.
O prémio será oficialmente entregue pelo Príncipe Filipe, duque de Edimburgo, numa cerimónia privada em 7 de Maio, em Londres. Anteriormente foram agraciados com este prémio a Madre Teresa de Calcutá (Beata), o escritor Alexander Solzhenitsyn, o reverendo Billy Graham e o líder espiritual indiano Pandurang Shastri Athavale.