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Tá tudo doido no Brasil! Que mau serviço presta o blogue Frates in Unum com tanta toliçada e falta de verdade!

por Zulmiro Sarmento, em 11.05.15

“Filial Súplica” já conta com mais de 225 mil assinaturas.

Queira Deus agora que Francisco a ouça!

Por Manoel Gonzaga Castro* – Fratres in Unum.com: Talvez o biênio 2014-2015 esteja sendo tão dramático para a História da Igreja neste início de século XXI, quanto foram os anos de 1962 a 1965, quando se reuniu o Concílio Vaticano II. Mais uma vez, sob a alegação de uma necessária adaptação pastoral, acabou-se por se subverter a sã doutrina e isso resultou nos frequentes escândalos de ruptura progressista que presenciamos tão amiúde entre os católicos. Se nos anos conciliares estiveram em jogo a questão da liberdade religiosa, o ecumenismo e a colegialidade, agora, nos dois Sínodos, o de 2014 e o de 2015, dos Bispos sobre a Família, estão em perigo os aspectos mais básicos da moral sexual católica – e novamente sob alegações de necessidade pastoral.

Nesse sentido, causou escândalo aos católicos que desejam permanecer fiéis à doutrina de Nosso Senhor Jesus Cristo a publicação da Relatio Post disceptationem, documento que antecedeu o relatório final dos debates da assembleia sinodal. Na Relatio, com efeito, cogitou-se em admitir os divorciados recasados à comunhão e também se falou dos dotes e das qualidades que as pessoas homossexuais têm a oferecer à comunidade cristã.

Trata-se de uma questão realmente grave, a qual acarretará diversas consequências. Conforme pregou o padre  Daniel Pinheiro, do Instituto do Bom Pastor, de Brasília, em sermão de 19 de outubro de 2014:

A comunhão dos divorciados recasados seria a destruição completa da moral sexual católica. […] A comunhão aos divorciados recasados seria a autorização de uma relação extraconjugal, com o casamento anterior que ainda existe. Além disso, com essa comunhão aos divorciados recasados, se destroem três sacramentos: o sacramento de matrimônio, da comunhão e da confissão. É destruído o sacramento do matrimônio porque a comunhão dos divorciados recasados iria contra a indissolubilidade e a exclusividade do matrimônio. É destruído o sacramento da comunhão porque se admitiria à comunhão alguém que está objetivamente em estado de pecado mortal. É destruído o sacramento da confissão porque a pessoa não estaria obrigada a confessar um pecado mortal e corrigir-se dele para poder receber o perdão divino. E, com isso, se abrem as portas para tudo. Se é possível fazer isso com esse pecado mortal, por que não é possível com outros? A comunhão aos divorciados recasados nunca foi, não pode ser, nem nunca será condizente com a doutrina e a pastoral de Cristo sobre o matrimônio. Diga-se o mesmo com os chamados eufemisticamente novos modelos de família. Existe um só modelo de família: pai, mãe, e filhos. Não se pode servir a dois senhores, a Cristo e ao mundo. É preciso servir a Cristo.

Por causa dessa corrente progressista existente no sínodo, a briga entre os Padres sinodais foi e está sendo grande: do lado da tradição, temos um Burke, lamentavelmente excluído por Francisco do Sínodo de 2015, ao afastá-lo da Cúria Romana, mas que, nem por isso, deixa de bradar em alto e bom som; do lado dos inovadores, um Kasper; ao centro, aparentando estar desnorteado, um Odilo, o qual declarou, absurdamente e contra toda evidência, não haver cisões no Sínodo…

Em meio a essa confusão, o Santo Padre tem parecido tender para o lado dos inovadores. Com efeito, conforme repercutido por Fratres in Unum, declarou o Cardeal Dom Lorenzo Baldisseri – principal organizador da reunião sinodal no Vaticano – que Francisco aprovou a controversa Relatio post disceptationem antes de sua publicação.

Diante desses fatos dramáticos, e cientes da gravidade da questão, 225 mil católicos – deixando de lado suas diferenças e concentrados em sua causa comum – decidiram lutar em favor da moral tradicional por meio da assinatura da “Filial Súplica” ao Santíssimo Padre, para que ele “reafirme de modo categórico o ensinamento tradicional da Igreja segundo o qual os católicos divorciados e recasados civilmente não podem receber a Sagrada Comunhão e de que as uniões homossexuais são contrárias às leis divina e natural”.

Entre esses 225 mil, estão eminentes personalidades da Igreja no Brasil, como Dom José Aparecido Gonçalves de Almeida, bispo auxiliar de Brasília, e Dom Fernando Guimarães, atualmente arcebispo do Ordinariato Militar do Brasil.

Por isso, felizmente, a “Filial Súplica” já é um sucesso. Fica o convite aos leitores, que ainda não o fizeram, para quea assinem e divulguem!

Queira Deus agora que ela seja ouvida pelo Santo Padre!

Parabéns a todos os bravos católicos que dela participaram.

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publicado às 13:43

O Marini aproveitava-se da velhice de Bento e da sua timidez...

por Zulmiro Sarmento, em 09.05.15

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REPARE NAS 7 DIFERENÇAS:
 
1. Mudou o trono dourado por uma cadeira de madeira... Algo mais apropriado para o discípulo de um carpinteiro (O Sr. Jesus).
2. Ele não aceitou a estola vermelha bordada a ouro roubada do herdeiro do Império Romano, ou a capa vermelha.
3. Usa os mesmos sapatos pretos velhos, não pediu o vermelho clássico.
4. Usa a mesma cruz de metal, nenhuma de rubis e diamantes.
5. Seu anel papal é de prata, não de ouro.
6. Usa sob a batina as mesmas calças pretas, para lembrar-se de que é apenas um sacerdote. Você já descobriu a sétima diferença?
 
Retirou o tapete vermelho.

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publicado às 02:23

O BÉBÉ E A ÁGUA...

por Zulmiro Sarmento, em 09.05.15

 

 

Resultado de imagem para tridentinos

(...)

Assim, quem quer que defenda partidos ou grupos que pregam a revolução social, a luta de classes, o igualitarismo total, a negação do direito de propriedade e a ideologia de gênero, não me representa nem pode falar em meu nome nem em nome da Igreja.

Ademais, conforme ensina a Igreja, como Bispo, quero ter sempre uma “prudente solicitude pelo bem comum” (Laborem exercens, 20), “não estou ligado a qualquer sistema político determinado” (Gaudium et Spes, 76), não me intrometo no trabalho político, “por este não ser competência imediata da Igreja”, “nem me identifico com os interesses de partido algum”, ensinando, porém, os grandes critérios e os valores irrevogáveis, orientando as consciências e oferecendo uma opção de vida que vai além do âmbito político” (Bento XVI, Aparecida, 13-5-2007, Disc. Inaug. do CELAM).

Defendo a mesma posição do Catecismo da Igreja Católica quando diz: “Não cabe aos pastores da Igreja intervir diretamente na construção política e na organização da vida social. Essa tarefa faz parte da vocação dos fiéis leigos, que agem por própria iniciativa com seus concidadãos” (n. 2442).

Compartilho também com a posição do Papa Bento XVI, hoje emérito, quando ensinou que “a Igreja não tem soluções técnicas para oferecer e não pretende de modo algum imiscuir-se na política dos Estados, mas tem uma missão ao serviço da verdade para cumprir, em todo o tempo…” (Caritas in Veritate, 9).

É claro que, na crise atual, há quem não siga nessa matéria o critério do Magistério da Igreja. Mas são vozes fora do caminho, mesmo que muitas. Não se pode apoiá-las.

Se há pessoas na Igreja que não seguem seus ensinamentos, temos a obrigação de não segui-las e, se tivermos ciência e competência para tal, de respeitosamente manifestar isso aos Pastores da Igreja (CIC cânon 212, §3), ressalvando a reverência que lhes é devida.

É nesse último ponto que pecam gravemente alguns que se intitulam católicos. Na ânsia de defender coisas corretas, perdem o respeito devido às autoridades da Igreja e as desprestigiam, para alegria dos inimigos dela.

Junto com o combate ao erro, até querendo fazer o bem, acabam destruindo a autoridade, com ofensas, exageros, meias verdades e até mentiras, caindo assim em outro erro. A meia verdade pode ser pior do que a mentira deslavada.

Não quero dizer que não existam os erros que combatem. O que é preciso é evitar as generalizações, ampliações e atribuições indevidas e injustas, onde acontecem faltas ou excessos. A justiça e a caridade, mesmo no combate, são imprescindíveis. Qualquer pessoa não católica que lesse certos sites e postagens de alguns católicos críticos, injuriando os Bispos e autoridades da Igreja, certamente iria raciocinar: “é impossível que tais pessoas sejam católicas, pois não se fala assim da própria família!”.

Como diz o provérbio: “Não se pode jogar fora o bebê, junto com a água suja do banho!”.

 

(Dum blogue tridentino, ultraconservador, onde um Bispo põe na ordem estes puritanistas que nem parecem católicos)

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publicado às 02:12

SOBRE AS FOLCLÓRICAS FESTAS DO ESPÍRITO SANTO ...

por Zulmiro Sarmento, em 06.05.15

Não vos conformeis com este mundo

 
Frei Bento Domingues, O.P.

1. Nada mais irritante, no plano religioso, do que a invocação da vontade de Deus para justificar situações, acontecimentos trágicos, doenças, injustiças e misérias. Essa invocação é um insulto à inteligência humana e ao mistério insondável da divindade e da natureza. A laicização dessa mentalidade justificou a imoralidade de medidas de ordem económica, financeira e política, repetindo, anos a fio, que não havia alternativa à austeridade. Austeridade que, segundo outros, colocou milhares de pessoas na zona do insuportável e paralisou as energias criadoras de vastos sectores da sociedade.

Seja como for, Thomas Piketty, o celebrado autor de O Capital no século XXI, veio agora dizer aoPúblico [1] que há sempre alternativas: ”O que é realmente dramático é que transformámos uma crise que nasceu no sector financeiro privado americano numa crise de dívida pública, apesar de, inicialmente, a zona euro não ter mais dívida pública do que os EUA, o Reino Unido ou o Japão. Conseguimos, apenas por causa das nossas más instituições e más decisões macroeconómicas, criar uma crise a partir de nada”.

Este investigador mostra-se interessado em transformar a opinião pública, acabando com a sacralização da economia como conhecimento de um pequeno grupo de iluminados, que difunde a ideia de um universo “demasiado complicado”.

Vem isto a propósito de uma conferência, realizada em Tomar. Estava inscrita numa série destinada à preparação das festas do Espírito Santo que, nesta cidade, se exprime no exuberante “cortejo dos tabuleiros”. O tema que me foi atribuído - a dimensão social dessas celebrações – obrigou-me ao cruzamento do religioso, do económico, do social e do político, procurando não diluir nem separar esses diversos planos.

2. Na origem de tudo – para lá da festa agrária das colheitas - está a narrativa dos Actos dos Apóstolos [2], sobre uma comunidade de partilha integral dos bens, consequência do Pentecostes cristão: tinham tudo em comum, entre os seus membros não havia indigentes e cada um recebia conforme a sua necessidade.

O Abade Joaquim de Flora [3], da Calábria, viu nessa experiência do passado, em pequena escala, o futuro, a última era do mundo. Mediante uma original teologia da história, distribuiu o tempo por cada uma das pessoas da Santíssima Trindade. A era do reinado do Divino Espírito Santo superava e tornava caduca a época do Pai e a do Filho. Inaugurava o reinado do puro amor, da liberdade e da alegria, cume insuperável da história humana, sem contradições nem mediações. [4]

Este visionarismo teve uma posteridade, sempre renascente, desde a Idade Média, passando pela modernidade até aos nossos dias, em diversas versões, de modo original, na cultura portuguesa. [5]

3. O percurso inaugurado pela Rainha Santa Isabel, dentro de uma espiritualidade franciscana, desde Alenquer, Sintra e outras localidades teve, nos Açores, um lugar privilegiado e, através da sua imigração, alcançou uma difusão imparável para o Brasil, EUA, Canadá, etc.

Já no século XVI esta festa era celebrada a bordo das Naus do Brasil e das Armadas da India. Em carta enviada para Itália, desde Goa, o missionário jesuíta, Fúlvio de Gregori, comunica o seguinte: “Costumam os portugueses eleger um imperador pela festa de Pentecostes e assim aconteceu também nesta nau S. Francisco. Com efeito, elegeram um menino para imperador, na vigília de Pentecostes, no meio de grande aparato. Vestiram-no depois muito ricamente e puseram-lhe na cabeça a coroa imperial. Escolheram também fidalgos para seus criados e oficiais às ordens, de modo que o capitão foi nomeado mordomo da sua casa, outro fidalgo foi nomeado copeiro, enfim, cada um com o seu ofício, à disposição do imperador. Até entraram nisto os oficiais da nau, o mestre, o piloto, etc. Depois, no dia de Pentecostes (ou Páscoa do Espírito Santo), trajando todos a primor, fez-se um altar na proa da nau, por ali haver mais espaço, com belos panos e prataria. Levaram, então, o imperador à missa, ao som de música, tambores e festa e ali ficou sentado numa cadeira de veludo com almofadas, de coroa na cabeça e ceptro na mão, cercado pela respectiva corte, ouvindo-se entretanto as salvas de artilharia. Comeram depois os cortesãos do imperador e, por fim, serviram toda a gente ali embarcada, à volta de trezentas pessoas.” [6]

O recurso à entronização de uma criança-imperador, com todas as insígnias imperiais, assim como a partilha da mesma mesa, é uma subversão política, económica e social. Pode alimentar o desejo de um mundo às avessas do actual, mas ao acontecer uma vez por ano, em versão folclórica, pode reforçar o conformismo.

Prefiro, por isso, o carácter imperativo da posição de S. Paulo sobre o Espírito Santo, pois é este mundo que geme e sofre a dores de parto até ao presente, que é preciso transformar: Não vos conformeis com este mundo. [7] 

Público, 03.05.2015

- - - - - -
[1] 28. 04. 2015
[2]  Act 4, 32-37
[3] 1132-1202
[4] O Google tem diversas entradas sobre toda esta vasta problemática
[5] José Eduardo Franco, Revista Portuguesa de Ciência das Religiões – Ano I, 2002 / n.º 1 – 75-94, Cf Google,
[6] CF Irmandades do Divino Espírito Santo, Google
[7] Rm 8

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publicado às 13:04

DEPOIS DA RELIGIÃO, APENAS A «RELIGAÇÃO»?

por Zulmiro Sarmento, em 05.05.15
 
  1. À primeira vista, o nosso mundo continua a ser fervorosamente religioso.

Segundo um estudo do «Forum Pew para Religião e Vida Pública», 84 em cada 100 pessoas assumem pertencer a uma religião.

 

  1. No entanto, a população que afirma não ter qualquer religião é muito expressiva (16,3%).

Depois do Cristianismo (31,5%) e do Islamismo (23,2%), constitui mesmo o grupo mais numeroso.

 

  1. Em alguns países, os sem-religião já estão em maioria.

É o caso da República Checa (76%), da Coreia do Sul (71%), da Estónia (60%), do Japão (57%) ou da China (52%).

 

  1. Ressalve-se, porém, que não ter religião não é o mesmo que ser ateu. E que ser crente não é o mesmo que ser religioso.

Por exemplo, 68% dos 20% de norte-americanos sem religião acreditam em Deus ou numa «força maior».

 

  1. A tipologia da fé não se limita, por conseguinte, ao universo religioso.

Para muitos, crer não obriga a pertencer. Pelo que acham possível ter fé sem ter religião.

 

  1. E é assim que se desenha um traço que vai unindo descrentes e uma larga faixa de crentes: a ausência de religião.

A religião não conta para os descrentes e parece contar pouco para muitos crentes.

 

  1. Tratar-se-á de uma atitude mais pós-religiosa que antirreligiosa.

De uma maneira geral, a sociedade não é hostil à religião. O que acontece é que, sobretudo no Ocidente, vai dando sinais de se converter numa sociedade «sem religião».

 

  1. É esta a expressão que Jean-Pierre Bacot usa para contrapor o nosso mundo ao resto do mundo: «Uma Europa sem religião num mundo religioso».

Descontando o óbvio exagero, salta à vista que a religião já não é um elemento tão marcante na vida dos europeus. Curiosamente, essa marca torna-se mais visível no quotidiano dos que têm vindo de fora para dentro a Europa.

 

  1. O ser humano já não será tão religioso. Mas continua a ser, estruturalmente, «religacional».

A religião estará em baixa, mas a «religação» não parece estar em queda.

 

  1. As pessoas esperam que a religião ajude a «religar» o homem e Deus. E que nunca impeça a «religação» entre os homens a partir de Deus.

Uma religião que desligasse os homens uns dos outros conseguiria «religar» alguém a Deus?

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publicado às 12:43

MÃE!

por Zulmiro Sarmento, em 03.05.15
 

Como não agradecer-te, mãe,
se é tanto o que és,
o que ofereces
e o que semeias no meu ser?

Mas como agradecer-te, mãe,
se é tão pouco o que tenho
para dizer, para te bendizer?

O que o coração sente
os lábios não são capazes de balbuciar.
Trémulos, hesitam e gaguejam,
incapazes de soltar uma palavra
ou de articular um som.

Mas será que existe alguma palavra
que consiga dizer o que o coração sente?

Dizer «obrigado» é pouco,
mas dizer-te «obrigado» é tudo o que resta
quando tudo já tiver sido dito.

Obrigado, mãe,
pela vida que nunca recusaste dar-me.

Obrigado pelo amor
que nunca hesitaste oferecer-me.

Obrigado pelo sacrifício
a que nunca te furtaste.

Obrigado pela fé
com que sempre me inundaste.

Obrigado
por seres sempre berço a que volto
e fonte a que regresso.

Obrigado
pelo testemunho e pela fidelidade.

Obrigado
me teres dado a vida
e por seres vida para mim.

Obrigado
por não me eliminares quando habitei teu ventre.

Obrigado
por me amares desde o primeiro instante.

Obrigado
por nunca seres túmulo
e por sempre seres regaço.

Obrigado
por nunca pensares em ti
e por sempre pensares em mim.

Eu não mereço.
Eu não te mereço.
Mas agradeço.

Porque sei
que amar assim,
como tu amas,
é algo que só está ao alcance de ti, mãe!

Na pobreza dos gestos
e na fragilidade das palavras,
nada mais me ocorre
que este «obrigado».

Entrego-o no colo da Mãe das mães,
Maria-Mãe de Jesus.

Que Ela te abençoe
e proteja.

Que Ela te conforte
e compense por tudo quanto fazes,
por tudo quanto és,
mãe!

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publicado às 11:36

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