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Flor-de-Lis online

por Zulmiro Sarmento, em 02.03.11

 

www.flordelis.pt

 

 

No passado dia 22 de Fevereiro fez 154 anos que nasceu Baden-Powell, o fundador do maior movimento mundial de jovens, que se encontra presente na actualidade em mais de 216 países. “O Escutismo é um Movimento Mundial, de carácter não político, aberto a todos, com o propósito de contribuir para a educação integral dos jovens de ambos os sexos, baseado na adesão voluntária a um quadro de valores expressos na Promessa e Lei escutistas, através de um método original que permite a cada jovem ser protagonista do seu próprio crescimento, para que se sinta plenamente realizado e desempenhe um papel construtivo na sociedade”.

Assim, esta semana propomos uma visita ao sítio virtual da revista oficial do Corpo Nacional de Escutas (CNE), Flor-de-lis, que se publica desde Fevereiro de 1925, contando com mais de 1200 edições em papel.

Ao digitarmos o endereço www.flordelis.pt encontramos os habituais destaques, sejam eles notícias, conteúdos multimédia ou dossiers temáticos. Em “actualidade”, podemos ler todas as novidades que vão sendo distribuídas por ordem cronológica merecendo uma leitura atenta. No item “internacional”, acedemos a todas as notícias de carácter não nacional, onde por exemplo, podemos ler que o chefe João Armando foi eleito para o Comité Mundial, caso único no panorama nacional. Por outro lado, na área “nacional”, somos informados acerca de todos os acontecimentos que são alvo de notícia no nosso país, por exemplo, a recente eleição da nova Junta Central do CNE para os próximos 3 anos, liderada pelo chefe Carlos Alberto Pereira.

Caso pretenda aceder aos diferentes vídeos que vão sendo publicados pelo escutismo nacional, basta clicar em “vídeos”. Por outro lado, em “fotogaleria”, como o nome o indica, poderá aceder a diversas exposições fotográficas relacionadas com eventos marcantes do CNE.

Uma opção deveras interessante é a área “dossiers temáticos”, onde podemos aprofundar os diversos temas apresentados, que passam por exemplo, pelos objectivos do milénio ou pela Beata Teresa de Calcutá.

Aqui fica a sugestão, para quem quer saber mais acerca da vida desta grande associação juvenil que é o escutismo, aceda regularmente ao sítio desta revista, porque a flor-de-lis é um espaço onde todas as histórias se encontram num único lugar.

Fernando Cassola Marques

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publicado às 12:57

Há pessoas que não fazem mesmo falta nenhuma...!!

por Zulmiro Sarmento, em 02.03.11

FAZES FALTA NA TUA EMPRESA   ?


Em Nairóbi, Quénia, depois de um criterioso processo de recrutamento com
entrevistas, testes e dinâmicas de grupo, uma grande empresa contratou um
grupo de canibais para fazerem parte da sua equipa.

 - "Agora fazem parte de uma grande equipa" - disse o Director de RH durante
a cerimónia de boas vindas.

 - "Vocês vão desfrutar de todos os benefícios da empresa. Por exemplo,
podem
ir à cantina da empresa quando quiserem para comer alguma coisa. Só peço
que não comam os outros empregados, por favor!"

Quatro semanas mais tarde, o chefe chamou-os:

 - "Vocês estão a trabalhar bastante e eu estou satisfeito. Mas a mulher que
serve o café desapareceu. Algum de vocês sabe o que pode ter acontecido?"

Todos os canibais negaram com a cabeça.

Depois do chefe ir embora, o líder canibal pergunta-lhes:

 - "Quem foi o idiota que comeu a mulher que servia o café?"

Um deles, timidamente, ergueu a mão.

O líder respondeu:

 - "Mas tu és mesmo uma besta! Nós estamos aqui, com esta tremenda
oportunidade nas mãos. Já comemos 3 directores, 2 subdirectores, 5
assessores, 2 coordenadores, e uns 3 administradores, durante estas quatro
semanas sem ninguém perceber nada. E poderíamos continuar ainda por um
bom tempo. Mas não... Tu tinhas de estragar tudo e comer uma pessoa que faz
falta!"

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publicado às 05:25

Vítimas (visíveis) do abandono... familiar, social e desumano

por Zulmiro Sarmento, em 01.03.11

 

Desde há duas semanas que, quase diariamente, é notícia o achamento de idosos falecidos – há mais ou menos tempo – ou caídos em casa, em estado de decomposição ou descobertos após dias de desaparecimento... numa espécie de espectáculo onde as figuras mais degradantes estão fora do palco, em surdina e encapotadas pela ineficácia nos cuidados – materialistas, hedonistas e anónimos – com que tentam cuidar, sobretudo, dos mais velhos.

É preciso, efectivamente, chorar sobre o leite derramado, pois é deste desastre que todos podemos e devemos colher as lições mínimas em atenção às respostas máximas!
Diz-se que há cerca de quatrocentos mil velhos sós e/ou abandonados, no contexto português, tanto no quadro rural como na incidência urbana. Entretanto, vêem-se pulular lares e asilos (este termo foi banido da linguagem, mas continua azedo na mentalidade) por tudo quanto é lado, praticando preços exorbitantes e, nem sempre, aliando custo à qualidade. No entanto, muitos outros velhos vão ficando esquecidos ou marginalizados pela ocupação laboral de familiares que, muitas vezes, se tornam, para com eles como abutres ou, no mínimo, sangessugas.
Estes episódios mais recentes têm criado uma onda de quase de histerismo colectivo. Por estes dias li uma nota na internet: ‘Vaga incontrolável de arrombamento de portas de casas de pessoas desaparecidas porque não postavam nada no facebook há quinze minutos’. Explicando esta atitude dizia-se até que alguns dos que viram a casa arrombada e isso aconteu no intervalo em irem à procura daqueles de quem não tinham notícias ‘só’ há quinze minutos.
De facto, estas notícias devem-nos fazer pensar. Tentaremos deixar breves anotações, sem pretendermos dizer tudo e muito menos querendo esgotar o assunto, pois ele é assaz complexo.

= Do sempre contactável... à sensação de desprezo
Hoje é normal as pessoas terem horror à solidão, ao silêncio e, sobretudo, ao abandono, seja consentido, seja tolerado ou mesmo imposto pelas circunstâncias da vida e do relacionamento entre as pessoas. Numa espécie de exposição frenética, as pessoas têm a tendência a falar de si mesmas sem o mínimo pejo de vulgarizarem ou de dizerem de si mesmas mais do que aquilo que seria desejável. Quantas vezes ouvimos conversas na rua – pois as fazem ao telemóvel enquanto caminham, sem resguardarem o que dizem – que seria preferível não saber. Por vezes, quase somos tentados a pensar que aquilo que é dito não terá interlocutor, pois se assim fosse algo de mal estaria nessa cultura de fachada...
Cresce, por outro lado, o número dos sós, dos isolados, daqueles/as que talvez tenham por companhia a televisão ou, se mais actualizados, a internet... com uma certa comunicação impessoal e, quantas vezes, suficientemente, anónima... para atrair a confiança, a partilha ou mesmo o convívio entre pessoas que se conhecem, que se estimam ou que se respeitam.
Parece que estamos prestes a bater nofundo da desumanidade, na medida em que entramos mudos e saímos calados, em que quase ninguém repara em nós nem nos vê como pessoas que têm rosto – alegre ou triste, amargurado ou contente, choroso ou perfumado – perdendo-se a noção de história e de memória, pessoal, familiar, social e colectiva.
De facto, somos, cada vez mais, um número – repare-se na mais recente lucubração do ‘cartão do cidadão’ – com algumas cambiantes (outros números utilitários), que interessam a quem nos governa, mas que, depressa se perceberá, que perdemos a capacidade de sermos para além da utilidade e com um cada vez mºenor prazo de validade, senão na duração, pelo menos na intenção.
Registe-se a preocupação de certas forças e instituições em denunciarem este abandono, mas com algumas dificuldade iremos inverter este processo, pois é galopante a descristianização... e, sem Deus, tudo será mais fácil reduzir(-se) à matéria orgânica... viva ou morta.
Urge, por isso, recriar a mentalidade de vizinhança. Urge implementar uma nova força de proximidade. Urge abrir os olhos e ver quem, afinal, pode precisar de nós, hoje.

António Sílvio Couto
(asilviocouto@gmail.com)


ECCLESIA

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publicado às 06:24

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