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Figura do padre tem alta relevância social

por Zulmiro Sarmento, em 15.01.10

Sondagem de opinião foi apresentada no Congresso Internacional «À Escuta da Palavra»

A figura do sacerdote continua a ter uma alta relevância social. Esta é a conclusão de uma sondagem de opinião apresentada no segundo dia do Congresso Internacional «À Escuta da Palavra», que decorre em Braga.
O estudo sobre a figura do padre revela que 90 % dos inquiridos considera que “o estilo e a maneira de ser do padre influenciam a prática religiosa dos leigos, que valorizam, na figura do presbítero, características de acção e de relação humana com o próximo”.
As características que influenciam mais a imagem que o inquirido tem da figura do padre são a solidariedade (95%), a actualização, a disponibilidade, a generosidade e a humildade. O celibato é a terceira característica menos votada (com 46,9%), logo seguida de avareza e pobreza.
Segundo explica Vera Duarte, da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Católica de Braga e responsável pela apresentação da sondagem, com base na sondagem de opinião, a maioria dos inquiridos revela uma tendência para considerar que o sacerdote deveria “dedicar-se exclusivamente à Igreja e não se envolver em actividade políticas”.
A sondagem realizada nos concelhos da Arquidiocese de Braga revela ainda que a ordenação de mulheres e o casamento dos padres não reúne consenso. A população inquirida divide-se nestas duas matérias. Foram realizadas 286 entrevistas. Dos inquiridos 90% considerara-se católico, sendo 80% católicos praticantes.
O estudo pode ser consultado em www.congressosacerdotal.com
 
 
 in ECCLESIA

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publicado às 07:20

O pico do Pico nos últimos dias de 2009

por Zulmiro Sarmento, em 14.01.10

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publicado às 07:00

Ano sacerdotal: Será a Igreja católica, realmente, ‘perita em humanismo’?

por Zulmiro Sarmento, em 13.01.10

 

Nos últimos quatro meses senti de forma assaz difícil de gerir (humana e espiritualmente) a morte de dois padres: com idades diferentes (52 e 90 anos), em dioceses muito afastadas (Braga e Setúbal) e em circunstâncias quase antagónicas – um só foi encontrado três dias depois de morto, outro foi assistido, cuidadosamente, até exalar o último suspiro; um era um intelectual de rasgos impressionantes, o outro sem grande alarido soube converter-se ao Concílio Vaticano II; um destoava pela verborreia inflamada e saber, o outro cativava pela simplicidade e cordialidade...

Partilho, humildemente esta minha leitura – feita neste ano sacerdotal, que ainda vai decorrer até meados de Junho – ao ter-me angustiado sobre a forma como os padres são, hoje, vistos, acolhidos e acompanhados: somos, de verdade, pessoas sós – muito para além de celibatários, por vocação, temos de interiorizar que somos, por ministério, homens quase solitários por missão – e muitas vezes mal acompanhados – quase sem família de sangue, por opção, somos votados à apatia, por imposição, de tantos a quem nos damos... sem pouco (ou nada) receber em troca.
Iremos – como agora se diz – esmiúçar alguns destes aspectos, tentando ser positivos e não meramente denunciadores de vertentes menos agradáveis... pessoalmente.

* Como são vistos, acolhidos e acompanhados os padres?
Efectivamente, o mistério do padre é algo que o acompanha, desde a escuta da vocação – quantas vezes em tenra idade ou noutros casos em idade mais adulta – passando pela formação, tanto no seminário como na Igreja em geral, e amadurecendo o chamamento cada vez mais e, sobretudo, cada vez melhor.
Na medida em que o dom da vocação vai sendo burilado, assim se pode perceber que ele não pertence ao chamado, mas é dom da misericórdia divina.
Já lá vai o tempo em que ser padre – ou até de pertencer à sua família – era título de promoção social ou mesmo intelectual. O candidato, primeiro, e o ordenado, depois, tem de ter uma forte motivação espiritual e cultural para se ver quase no role dos inúteis, se não mesmo dos ‘mentecaptos’ para alguns intelectuais da nossa praça e de certos órgãos de comunicação social. Quantas vezes é prejudicial ser padre ou até ter alguém que seja seu amigo, pois pode denegrir a reputação dos interlocutores!
De facto, só por especial graça divina, um rapaz/homem pode entregar a sua vida a uma causa: a de ser ministro – isto é, servo e instrumento – de Deus na comunhão de Igreja católica.
Mais do que um simples ‘Cura d’Ars’, o padre dos nossos dias precisa de ter uma cabeça bem formada nas ciências humanas, teológicas e bíblicas, um coração fortemente alicerçado na entrega a Jesus e deixando-se conduzir pela mobilidade do Espírito Santo com humildade na Igreja a quem serve e ama.

* Celibatários por vocação – solitários por missão?
Afectivamente o padre sabe a Quem se consagrou e através de quem o fez. Desde a primeira hora tinha/tem como orientação – pessoal e emocional – viver em celibato consagrado por amor do Reino dos Céus. Ninguém foi enganado nem o mais incauto ou inconsciente. Por isso, certas notícias – reais ou mais exploradas – só servem para distrair do essencial ou disfarçar o mais básico... das questões. Com efeito, num tempo bastante erotizado nas intenções e no comportamento, a consagração celibatária do padre é, desde logo e quase sempre, motivo de escândalo e de controvérsia. Na medida em que o padre se sentir fundamentado teológica e espiritualmente nas palavras da consagração da missa, ele será capaz de confundir pela vivência e seduzir pela contemplação... dentro e fora da missa.
No entanto, o ferrete da solidão é ainda mais atroz, quando o padre tem de sorver as lágrimas das (in)confidências, de engolir as alfinetadas da inconveniência ou até as setas inflamadas da provocação... quantas vezes daqueles/as com que vive e é posto, continuamente, à prova... de fé, de confiança e de amor.
Nem sempre o acompanhamento dos superiores é o mais atento. Nem sempre a partilha dos companheiros é a mais solícita... Tão pouco a compreensão dos pastoreados/as é a mais adequada!

* Sem família por opção – votados à apatia por imposição?
Desgraçadamente o padre tem de viver um quase contínuo paradoxo: de falar de família – na correcta acepção do conceito: núcleo constituído na base de um compromisso estável entre um homem e uma mulher – e ele não a tem nem de sangue e talvez nem psicológica; de propor a noção da vida – rejeitando tanto o aborto como a eutanásia – mas ele não a transmitiu de forma biológica, embora a cuide denodadamente ao nível espiritual; de anunciar a proposta dos valores da compreensão e da comunhão entre as pessoas e as gerações, mas ele vive numa espécie de redoma... onde a solidão o pode tornar mais azedo e um pouco menos afectivo do que seria desejável.
Qual espécimen rara, o padre aponta para grandes desafios e corre o risco de tropeçar em pequenos engulhos; de pretender ser querido – mesmo sem a bajulação do populismo – de todos, mas sentir uma quase rejeição de muitos mais; de pensar que vale alguma coisa, mas ninguém lhe reconhecer qualquer autoridade...
Que a Igreja – dita perita em humanismo – não deixe esvaziar a sua materna solicitude para com cada padre, sobretudo tendo em conta os mais tentados e em crise.

A. Sílvio Couto
 

ECCLESIA

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publicado às 08:00

FELIZ 2010

por Zulmiro Sarmento, em 12.01.10

 

Cinco Camiões  Carregados.

Olá!
Está  alguém em casa?

Foi  aqui que encomendaram...?


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|................*AMOR*...........|||'|''__
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|............*ALEGRIA*.........|||'|''__  
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|............*AMIZADE*.........|||'|''_
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|........*FELICIDADE*.......|||'|''__
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!(@)'(@)''''**!(@)(@)***!(@)
 
e agora o sexto, sempre esquecido
 
 
''''''''''''''''-- -  '''''''||_
|............ * SAÚDE*.........|||'|''__  

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Entrega  feita!

Participe da campanha FAÇA UM  AMIGO FELIZ!!!
Mande esta encomenda p/ todos os seus amigos. Espero estar incluído nessa  encomenda.

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publicado às 08:00

"Quando eu crescer... Quero ser como a minha mãe!"

por Zulmiro Sarmento, em 11.01.10

 

prezada Professora Jones,
 
Eu gostaria de deixar bem claro que eu não sou, nem nunca fui, uma "dançarina exótica".
Eu  trabalho numa loja de ferramentas e contei à minha filha o quanto a última semana foi tumultuada, antes do nevão. Nós vendemos todas as pás de neve que tínhamos. Todas, menos uma, que estava escondida no depósito e que foi alvo de disputa entre os clientes.
Portanto, o desenho que minha filha fez não me mostra dançando em torno de um poste. Ela mostra-me a vender a última pá de neve  que tínhamos na loja.
De agora em diante, eu lembrar-me-ei sempre de verificar os trabalhos de casa dela mais cuidadosamente antes de entregar.

Atenciosamente,
Mrs.  Smith
 
 Este foi o trabalho de casa entregue pela menina à sua professora.


"Quando eu crescer... Quero ser como a minha mãe!"

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publicado às 08:00

Um Domingo, um pensamento (Baptismo do Senhor)

por Zulmiro Sarmento, em 10.01.10

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publicado às 22:30

No 7º dia do passamento de Genuína Costa, minha mãe

por Zulmiro Sarmento, em 09.01.10

 

 

Quando perdemos um ente querido

fica um vazio na alma e o

sofrimento é inesquecível.

Contudo, e sem esquecer a sua memória

tudo o de belo que nos deixa

fortalece o nosso coração.

 

É então que percebemos,

mesmo que ausente, fará sempre

parte da nossa vida.

 

 

(extraído do postal de «Sentidos Pêsames», recebido pelo correio por estes dias, da minha amiga professora e ex-paroquiana, Margarida Medeiros da Ribeirinha do Pico)

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publicado às 07:20

Neste novo ano...

por Zulmiro Sarmento, em 08.01.10

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publicado às 08:00

TRÊS MULHERES, TRÊS BLOGUES PICAROTOS RECENTES

por Zulmiro Sarmento, em 07.01.10

Dê uma vista de olhos. Pessoas simples e almas lavadas. O lado feminino:

 

www.liriodamontanha.blogs.sapo.pt

www.perfumedesperanca.blogs.sapo.pt

www.emcontratempo.blogs.sapo.pt

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publicado às 16:16

O TITULAR!...

por Zulmiro Sarmento, em 07.01.10

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publicado às 08:00



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