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A IGREJA CATÓLICA E O «MYSPACE» EM TEMPO DE ORAÇÃO E EMPENHAMENTO PELAS VOCAÇÕES

por Zulmiro Sarmento, em 03.05.09

A 46ª Semana das Vocações quer chegar aos jovens através das linguagens que lhes são mais próximas

“Olá. Sou o Rui, tenho 29 anos, cabelo castanho, olhos escuros e um pé esquerdo que é uma autêntica bomba. Mas quem me conhece sabe que o que me define é uma autêntica paixão pela vida. Gosto mesmo de viver. E é nessa vida de todos os dias que procuro manifestar esta felicidade que é para todos. Acredito que a mensagem de Cristo pode e deve ser transmitida em todas as situações. Sou o Pe. Rui e gosto de ser quem sou”.

 

Esta é uma das mensagens que a Semana das Vocações apresenta a partir da página que tem na rede social My Space. O convite é para descobrir um mundo que já se pensa conhecer, agora ao ritmo das novas tecnologias. A 46ª Semana das Vocações que começou este Domingo, dia 26, quer chegar aos jovens através das linguagens que lhes são mais próximas, convivendo nos locais onde actualmente os jovens socializam.

 

“Abrir as mentes em relação à Igreja e em relação à vocação”, traduz à Agência ECCLESIA, o Pe. Jorge Madureira, secretário da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios sobre a opção tomada de ir ao encontro dos jovens numa “rede partilhada por muitos”.

 

Esta poderá ser uma via para “possibilitar uma abertura que muitas vezes se sente que não existe porque as pessoas estão modeladas por uma cultura e para uma mentalidade que os alheia destas questões. Isso empobrece quem se isola”, lamenta. Esta opção é “intencionalmente” dirigida a jovens, nos locais onde a vida “das gerações mais jovens decorre”.

 

O uso das novas tecnologias em nada diminuiu o discurso consciente de situar a vocação dentro de uma caminhada profunda de vida. “O portal não traduz uma proposta facilitista”. O Pe. Jorge Madureira indica testemunhos genuínos da vocação da Igreja nas suas várias expressões. “Com esta opção, abrimos um outro canal que não está suficientemente aberto, mas que possibilita o encontro inesperado”. São interrogações colocadas aos jovens vindas de onde menos se espera.

 

O sacerdote afirma ser central perceber que a “normalidade de Deus está presente na nossa vida”.

 

“Tem-se uma ideia de que as pessoas que servem a Igreja são pessoas de outro planeta, mas não”. O que as configura é a “experiência de Deus, que provoca impacto e as leva a assumir, com radicalidade, a doação da sua vida aos outros”.

 

A partir da página do My Space é também possível fazer o download de orações para o Ipod. Deixará de ser invulgar, em vez de músicas auscultarem-se orações nos transportes públicos. “Acredito que muitas pessoas usam o seu percurso nos transportes para um momento de contemplação, apesar da dispersão e da azáfama da vida diária. Poderá ser um momento de intimidade com Deus”.

 

O Pe. Jorge Madureira afirma que esta 46ª Semana traduz o percurso que a Igreja tem feito “ao longo da sua história” para chegar junto dos jovens e apresentar a inquietação da vocação. “Não se trata de uma resposta à crise vocacional que se fala”, mas um ir ao encontro dos jovens, inclusive “dos que estão fora dos circuitos habituais da Igreja”.

 

A Igreja sempre teve uma pastoral vocacional. A linguagem é adequada ao contexto actual, mantendo-se os “elementos estruturantes” que constam do guião para esta semana. Este suporte apresenta as mensagens de Bento XVI e de D. António Francisco dos Santos, Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios, para a 46ª Semana. São documentos “que propõem uma reflexão”.

 

O portal apresenta ainda as dinâmicas locais que ao longo desta semana vão acontecer por todo o país. São “elementos estruturantes” que estão nas bases e que “promovem a verdadeira pastoral vocacional que é a oração”. Em cada diocese “há respostas a dar às vocações e quem sente essa inquietação vocacional pode procurar, perto de si, o acompanhamento que precisa”.

 

Propostas diocesanas e a ponte virtual no My Space quer também desmistificar “ideias feitas que alimentam os preconceitos, mas que são distantes da realidade vocacional”. Em resposta a esta distorção e auscultando a inquietação de muitos jovens, alguns seminários e congregações religiosas abrem, durante esta semana, as suas portas para uma vivência conjunta entre consagrados, sacerdotes e jovens.

 

Mais informãções em www.myspace.com/vocacoes

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publicado às 08:17

UM CESTINHO DE BONS DESEJOS

por Zulmiro Sarmento, em 03.05.09

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publicado às 08:16

DE UMA MÃE PARA O DIA DA MÃE

por Zulmiro Sarmento, em 03.05.09

 

Quando a moda discursiva da crise se esvaziar, a palavra Mãe ecoará novamente límpida e iniludível, na sociedade, como fonte simbólica de vida, de valores, de afectos e de amor maiusculizado. Até lá, não obstante os ataques ruidosamente mediáticos que vai sofrendo, a palavra Mãe continua eivada de sentido e vai subsistindo ao crescente autismo dos (seus) filhos.
Porta-estandarte de abnegação, de entrega, de tempo efectivamente afectivo, a Palavra de Mãe distingue-se por ser:
mais presente do que o Sol;
mais iluminada do que a luz;
mais tenaz do que o vento;
mais perspicaz do que a terra;
mais ágil do que a água;
mais protectora do que o ar;
mais quente do que o fogo;
mais sensível do que o gelo;
mais forte do que o mar;
mais célere do que o trovão;
mais subtil do que o tempo;
mais equilibrada do que a natureza.
E é precisamente por assumir no quotidiano dolorosamente belo das famílias tantas dimensões quantas as necessidades, para fazer face à(s) crise(s), que a Palavra de Mãe nunca se esgota, num continuum criativo, paciente e terno. E isto porque, apesar da liquidez volúvel do nosso tempo, a Palavra de Mãe vem crivada de esperança e de caridade, mesmo quando revestida de silêncio.
Que a nossa voz de Mãe perdure enraizada e incólume às múltiplas pressões de que é alvo, certa de que será ouvida e se inscreverá em novos olhares sobre a realidade do presente e do amanhã.
Helena Cristina Guimarães
 Departamento Arquidiocesano de Pastoral Familiar de Braga

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publicado às 08:10

DIA da MÃE

por Zulmiro Sarmento, em 03.05.09

 

Obrigado, Senhor, pela minha Mãe.

Por todas as Mães de todos os filhos.

Porque a Mãe sabe calar, corrigir

e, às vezes fazer que não vê.

Porque é poupada

e tudo lhe parece caro.

Porque quer sempre o melhor para os filhos.

Porque me criou com muito amor

e com toda a naturalidade.

Porque a acordei noites sem conta

e nunca mo deitou à cara.

Porque me fez crescer

e ainda não me passou a factura.

 

                                                                                   C. Benito

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publicado às 08:01

Cada dia um

por Zulmiro Sarmento, em 03.05.09

A MÃO QUE EMBALA O BERÇO, DIRIGE O MUNDO.

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publicado às 08:00


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