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Cada dia um

por Zulmiro Sarmento, em 29.03.09

DE BOAS INTENÇÕES ESTÁ O INFERNO CHEIO.

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publicado às 08:00

QUARESMA DENTRO DO ANO LITÚRGICO

por Zulmiro Sarmento, em 28.03.09

 

 

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publicado às 08:45

Um Domingo, um pensamento

por Zulmiro Sarmento, em 28.03.09

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publicado às 08:15

Cada dia um

por Zulmiro Sarmento, em 28.03.09

DE MÉDICO, DE SÁBIO E DE LOUCO TODOS TEMOS UM POUCO.

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publicado às 08:00

VIVER O PERDÃO - 2

por Zulmiro Sarmento, em 27.03.09

 

 

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publicado às 09:00

Faz tanto tempo que este homem disse isto!... E sempre mais actual que nunca

por Zulmiro Sarmento, em 27.03.09

Só para gente inteligente!!!

 
 
 

«Os políticos e as fraldas devem ser
mudados frequentemente e pela mesma razão.»
Eça de Queiroz

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publicado às 08:30

(DES)EDUCAÇÃO SEXUAL NAS ESCOLAS

por Zulmiro Sarmento, em 27.03.09

 Clique para abrir

http://sic.aeiou.pt/online/video/informacao/Aqui+e+Agora/2009/2/sexonaadolescencia.htm

 

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publicado às 08:15

Cada dia um

por Zulmiro Sarmento, em 27.03.09

ENSINAR O PAI NOSSO AO VIGÁRIO.

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publicado às 08:00

Aquele visceral mal-estar das sogras que não perdoam aos genros terem "roubado" as suas ricas filhinhas do seu doce aconchego...!

por Zulmiro Sarmento, em 26.03.09

O GNR manda o sujeito parar o carro:

- Os seus documentos, por favor. O senhor circulava a 130 km/h e a
velocidade máxima nesta estrada é 100.

- Não, senhor guarda, eu ia a 100, de certeza.

A sogra, no banco de trás, corrige:

- Ah, João André, que é isso? Tu ias a 130 ou até mais!

O sujeito olha para a sogra com o rosto enrubescido.

- E o seu farol direito não funciona, diz o guarda.

- O farol? Nem sabia disso. Deve ter pifado aqui na estrada.

A sogra insiste:

- Ah, João André, que mentira! Há semanas que andas a dizer que
precisas consertar o farol!

O sujeito fulo, faz sinal à sogra para ficar calada.

- O senhor está sem o cinto de segurança, diz o guarda

- Mas, senhor guarda, eu estava com ele. Só o tirei para lhe mostrar
os documentos!

- Ah, João André, deixa-te disso! Tu nunca usas o cinto!

O sujeito não se contém e grita para a sogra:

- CALA A BOCA, PORRA!

O guarda inclina-se e pergunta à senhora:

- Ele costuma gritar assim com a senhora?

- Não, senhor guarda; só quando bebe...


 

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publicado às 09:00

Consola escutar e ler gente sensata. Basta de histerismos!

por Zulmiro Sarmento, em 26.03.09

Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José Sócrates, secretário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta-estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido. Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia. Duas propostas que em comum têm a ausência de vida. A união desejada por Sócrates, por muitas voltas que se lhe dê, é biologicamente estéril. A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte. No meio das ideias dos mais altos responsáveis do Partido Socialista fica o vazio absoluto, fica "a morte do sentido de tudo" dos Niilistas de Nitezsche. A discussão entre uma unidade matrimonial que não contempla a continuidade da vida e uma prática de morte, é um enunciar de vários nadas descritos entre um casamento amputado da sua consequência natural e o fim opcional da vida legalmente encomendado. Sócrates e Santos não querem discutir meios de cuidar da vida (que era o que se impunha nesta crise). Propõem a ausência de vida num lado e processos de acabar com ela noutro. Assustador, este Mundo politicamente correcto, mas vazio de existência, que o presidente e o secretário-geral do Partido Socialista querem pôr à consideração de Portugal. Um sombrio universo em que se destrói a identidade específica do único mecanismo na sociedade organizada que protege a procriação, e se institui a legalidade da destruição da vida. O resultado das duas dinâmicas, um "casamento" nunca reprodutivo e o facilitismo da morte-na-hora, é o fim absoluto que começa por negar a possibilidade de existência e acaba recusando a continuação da existência. Que soturno pesadelo este com que Almeida Santos e José Sócrates sonham onde não se nasce e se legisla para morrer. Já escrevi nesta coluna que a ampliação do casamento às uniões homossexuais é um conceito que se vai anulando à medida que se discute porque cai nas suas incongruências e paradoxos. O casamento é o mais milenar dos institutos, concebido e defendido em todas as sociedades para ter os dois géneros da espécie em presença (até Francisco Louçã na sua bucólica metáfora congressional falou do "casal" de coelhinhos como a entidade capaz de se reproduzir). E saiu-lhe isso (contrariando a retórica partidária) porque é um facto insofismável que o casamento é o mecanismo continuador das sociedades e só pode ser encarado como tal com a presença dos dois géneros da espécie. Sem isso não faz sentido. Tudo o mais pode ser devidamente contratualizado para dar todos os garantismos necessários e justos a outros tipos de uniões que não podem ser um "casamento" porque não são o "acasalamento" tão apropriadamente descrito por Louçã. E claro que há ainda o gritante oportunismo político destas opções pelo "liberalismo moral" como lhe chamou Medina Carreira no seu Dever da Verdade. São, como ele disse, a escapatória tradicional quando se constata o "fracasso político-económico" do regime. O regime que Sócrates e Almeida Santos protagonizam chegou a essa fase. Discutem a morte e a ausência da vida por serem incapazes de cuidar dos vivos.

 

Mário Crespo
 

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publicado às 08:30



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