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UM MENINO JUDEU... QUE APRENDEU A VIDA A SÉRIO

por Zulmiro Sarmento, em 05.02.09


Um pai judeu, com a melhor das intenções, enviou o seu filho para o colégio mais caro da comunidade Judia.
Apesar das suas intenções, Samuel não   ligava   puto às aulas.

                         Notas do primeiro mês:

                         Matemática 2
                         Geografia 3.5
                         Historia 1.7
                         Literatura 2
                         Comportamento 0
 


 Estas espantosas classificações repetiam-se de mês a mês,  até que o pai se cansou:
 - Samuel ouve bem o que te vou dizer, se no próximo mês as tuas notas e   o teu comportamento não melhorarem, vou-te mandar estudar para um  colégio  católico.
 
No mês seguinte as notas do Samuel foram uma tragédia, só comparável ao naufrágio do Titanic e o pai cumpriu com a sua palavra.   
Através de um rabino próximo da sua família, contactou com um bispo que lhe recomendou um bom  Colégio Franciscano para o qual Samuel foi  enviado.
 

                        Notas do primeiro mês:

                        Matemáticas 18
                        Geografia 16
                        Historia 18
                        Literatura 20
                        Comportamento 20

                       Notas do segundo mês:

                       Matemáticas 20
                       Geografia 18
                       Historia 20
                       Literatura 20
                       Comportamento 20.
 


O pai surpreendido perguntou-lhe:
- Samuel, O que te aconteceu para ires tão bem na escola?
Como é que se deu este milagre?
- Não sei papá. Apresentaram-me a todos os colegas e a todos os professores e logo de tarde fomos a uma igreja.
Quando entrei, vi   um homem   crucificado, com pregos nas mãos e nos pés, com cara de ter  sofrido muito e todo ensanguentado.
Perguntei, quem é Ele?
E respondeu-me um aluno dos cursos superiores:
- 'Ele era um judeu como tu'.

 Então disse para mim:...bolas...!...
Aqui temos que estudar, que estes gajos não são para brincadeiras.!!!


 

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publicado às 11:43

Pensamentos de Augusto Cury

por Zulmiro Sarmento, em 05.02.09

 

 

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publicado às 11:41

Cada dia um

por Zulmiro Sarmento, em 05.02.09

O CONVÍVIO COM TODOS, A AMIZADE COM POUCOS, A CONFIANÇA COM UM SÓ E A INTIMIDADE COM NINGUÉM.

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publicado às 11:16

É melhor com quatro faixas...

por Zulmiro Sarmento, em 04.02.09

Um homem caminhava pela praia e tropeçou numa velha lâmpada.

Pegou nela, esfregou-a e... lá de dentro saltou um génio, que disse: 

 " OK! Libertaste-me da lâmpada, blá, blá, blá! Esquece aquela história dos 3 desejos! Tens direito a um desejo apenas e ponto final! " 

O homem disse

"Eu sempre quis ir aos Açores, mas tenho um medo enorme de voar... e no mar costumo ficar enjoado. Podes construir uma ponte até aos Açores, para eu poder ir de carro? "
O génio riu muito e disse:

"Impossível. Pensa na logística do assunto. Como é que os pilares chegavam ao fundo do Oceano Atlântico? Pensa em quanto betão armado, em quanto aço, em quanta mão-de-obra...
Não, de maneira nenhuma! Pensa noutro desejo."

O homem compreendeu e tentou pensar num desejo realmente possível.

"Fui casado e divorciado 4 vezes. As minhas mulheres disseram sempre que eu não me importava com elas e que era um insensível .
Então, o meu desejo é compreender as mulheres;
saber como se sentem por dentro e o que  estão a pensar quando não falam connosco; saber por que estão a chorar... saber realmente o que querem quando não dizem nada... saber como fazê-las realmente felizes!" 

O génio respondeu:

"Queres a porcaria da ponte com duas ou quatro faixas?"
 

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publicado às 13:09

CIÊNCIA vs. DEUS

por Zulmiro Sarmento, em 04.02.09

 

William D. Phillips, Nobel de Física em 1997 pelo desenvolvimento de método para arrefecer e fixar átomos com laser de luz, foi um dos 13 intelectuais que a Fundação John Templeton convidou a pronunciarem-se sobre a possibilidade da crença em Deus na era da ciência.

À pergunta sobre a ciência torna obsoleta a crença em Deus, o cientista responde com um firme “não”.

“Agora que temas explicações científicas para os fenómenos naturais que os nossos ancestrais mistificaram, muitos cientistas e não-cientistas acreditam que não há necessidade de apelar a um Deus sobrenatural para explicações de qualquer tipo, tornando, por isso, Deus obsoleto”, escreve.

Quanto às pessoas de fé, diz Phillips, nota-se em muitas delas a crença de que “a ciência, ao oferecer as referidas explicações, se opõe ao seu entendimento de que o universo é uma criação de amor e com propósito de Deus. Como a ciência nega a sua crença fundamental, concluem que ela está errada”.

“Estes são pontos de vista muito diferentes que partilham uma convicção comum: ciência e religião são inimigos irreconciliáveis. Mas não o são”, assinala.

Para este um físico dos Estados Unidos da América, de 68 anos, existe “um universo que, a ter sido construído de forma ligeiramente diferente, nunca teria visto nascer estrelas e planetas, muito menos bactérias e pessoas”.

“Não há uma boa razão científica para que este universo não fosse diferente. Muitos bons cientistas concluíras, destas observações, que um Deus inteligente deve ter escolhido criar este universo com tantas propriedades lindas, simples e criadoras de vida”, aponta.

William Phillips admite, contudo, que “muitos cientistas, igualmente bons, são ateus” e que “ambas as conclusões são posições de fé”.

Recentemente, recorda, o filósofo e ateu Anthony Flew mudou a sua posição e decidiu que, baseada nesta evidência do universo, devia acreditar em Deus. Para Phillips, estas não são, ainda assim, as questões que decidem a fé.

“Eu acredito em Deus porque sinto a sua presença na minha vida, porque vejo a evidência da sua bondade no mundo, porque acredito no amor e acredito que Deus é amor”, conclui.

 
ECCLESIA
 

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publicado às 13:08

Cada dia um

por Zulmiro Sarmento, em 04.02.09

A PROVA DE AMIZADE MAIS DIFÍCIL É MOSTRAR AO AMIGO OS SEUS DEFEITOS.

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publicado às 13:07

D. Hélder da Câmara - um luzeiro na triste figura e pasmaceira de tantos bispos!

por Zulmiro Sarmento, em 03.02.09

 
Bispo brasileiro nasceu há 100 anos e fica na história pelo seu pioneirismo dentro e fora da Igreja

Numa das suas passagens por Portugal, D. Hélder da Câmara afirmou que “ninguém nasce para ser escravo ou mendigo”. No entanto, ao observar a realidade que o circundava, o antigo bispo de Olinda e Recife (Brasil) via que eles existiam e estavam bem perto do pastor.

A cidade de Fortaleza (Brasil) viu nascer, a 7 de Fevereiro de 1909, D. Hélder da Câmara. Filho de uma família pobre e numerosa (dos treze irmãos apenas oito conseguiram sobreviver), os pais deram-lhe o nome de um pequeno porto holandês: Hélder. Aos 14 anos ingressa no Seminário diocesano da cidade natal (Prainha de São José), sendo metade das despesas pagas pela Obra das Vocações Sacerdotais.

Recebeu a ordenação sacerdotal em 1931 e, cinco anos depois, foi enviado para o Rio de Janeiro, onde se tornou animador da Acção Católica Brasileira e, posteriormente, seu assistente nacional. Nos ouvidos ressoam-lhe palavras antigas do pai: “Meu filho, você sabe o que é ser padre? Padre e egoísmo nunca podem andar juntos.”

Apesar de ter ficado conhecido como ícone da paz e irmão dos pobres, nos primeiros tempos de padre esteve ligado ao movimento «Acção Integrista Brasileiro», próximo das teses de Mussolini e do corporativismo português. Aos olhos de alguns era uma «persona non grata». Mais tarde, D. Hélder da Câmara explica esse episódio: “Participei num movimento de que estava convencido. O grande combate era entre o Este e o Oeste, os Estados Unidos e a União Soviética”. E acrescenta: “Mas depressa me apercebi que mais grave do que essa luta era a que se travava entre o Norte e o Sul”.

A Segunda Guerra Mundial e o agravamento da situação social no Brasil reconduziram D. Hélder da Câmara ao lugar de líder da contestação social e religiosa no Brasil. Em 1952 é nomeado bispo auxiliar do Rio de Janeiro pelo papa Pio XII.

Poucos anos antes da sua nomeação trabalhou na Nunciatura Apostólica do Rio e, através de contactos directos com Monsenhor Montini (futuro Papa Paulo VI), conseguiu que a Secretaria de Estado do Vaticano aprovasse a constituição da Conferência Nacional dos Bispos Brasileiros (CNBB). Esta foi a precursora das Conferências Episcopais criadas, mais tarde, pelo II Concílio do Vaticano.

Depois da aprovação da CNBB, D. Hélder propõe ao Vaticano a fundação do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM). A autorização chegou em 1955, acumulando D. Hélder Câmara o cargo de Secretário-Geral da CNBB e Vice-presidente da CELAM.

Paralelamente à dinamização destes dois organismos, o prelado brasileiro empenhou-se também no campo social. Em 1956 funda a Cruzada S. Sebastião (destinada à solução dos problemas habitacionais nas favelas) e, três anos mais tarde (1959) criou o Banco da Providência (entidade de assistência social para os casos de miséria absoluta).

Em 1964 foi nomeado arcebispo de S. Luis do Maranhão e meses depois é enviado para Olinda e Recife, onde permanecerá, como bispo residencial, durante vinte anos. “Aqui eu sonhei com uma obra em que pudesse trabalhar não para o povo mas com o povo” – sublinhou na altura. Preocupa-se com o problema do desenvolvimento e da pobreza em todo o nordeste brasileiro. A sua voz profética ecoava, apesar das perseguições que lhe moveram.

Em 1968, o pastor daquele território eclesial publica o livro «Revolução dentro da Paz». Dois anos depois, uma campanha difamatória impede-o de receber o Prémio Nobel da Paz. Foi acusado de demagogo, exibicionista e “emissário camuflado de Fidel Castro e Mao”. Nunca recebeu galardão da Paz, no entanto o município de Oslo (Noruega) concedeu-lhe (em 1974) um prémio de valor equivalente. O seu prestígio internacional era intocável e recebeu o doutoramento «Honoris Causa» de várias universidades. O Japão atribuiu-lhe (1983) o prémio Niwano para a Paz, enquanto a Itália o distinguiu com o Prémio Balzan.

Trabalhar com os pobres era a sua paixão. No entanto, da sua pena saíram várias obras literárias: «O deserto é fértil» (1971); «Cristianismo, Socialismo, Capitalismo» (1973); «Nossa senhora no meu caminho» (1981) e «Utopias peregrinas» (1993). Dois poemas seus inspiraram uma oratória e um ballet: «Sinfonia dos dois mundos» (musicada pelo Pe. Pierre Kaelin) e «Missa para um tempo futuro» (com coreografia de Maurice Béjart).

A 7 de Julho de 1980, durante a viagem de João Paulo II ao Brasil, o papa polaco reabilita publicamente a sua imagem ao abraçá-lo efusivamente e dando-lhe o maior título de sempre: «Irmão dos pobres e meu irmão». Um gesto ovacionado por uma multidão perplexa. No mês de Abril de 1984, o «bispo vermelho e dos pobres» despede-se da sua diocese, depois de Roma ter aceite a sua resignação por limite de idade. “Pouco importa que um bispo se jubile; a Igreja continua” – disse D. Hélder Câmara na Eucaristia celebrada no Estádio do Recife perante 30 mil pessoas.

A 27 de Agosto de 1999, o homem que tinha como lema «In Manus Tuas» (Nas Tuas Mãos) despediu-se da vida terrena. Quando soube da sua morte, D. Manuel Martins, bispo emérito de Setúbal disse: “um gigante da história da Igreja que impressionava pela sua fragilidade humana, mas albergava uma coragem do tamanho do mundo”.

 

Luís Filipe Santos

 

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publicado às 11:21

Grandes Homens, grandes Pensamentos

por Zulmiro Sarmento, em 03.02.09

 

 

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publicado às 09:37

Cada dia um

por Zulmiro Sarmento, em 03.02.09

O AMIGO SINCERO TEM LÁGRIMAS PARA TI, EMBORA TENHA OS OLHOS SECOS.

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publicado às 09:28

40 dias depois do Natal

por Zulmiro Sarmento, em 02.02.09

Apresentação do Senhor: história, identidade e perspectiva pastoral


 

Até 1969, a antiga festa de 2 de Fevereiro, de origem oriental, tinha no Ocidente o título de «Purificação da Bem-aventurada Virgem Maria» e encerrava o ciclo do Natal, quarenta dias depois.

 No Oriente bizantino ela concentra-se no mistério da Hypapante, isto é, no Encontro do Salvador com aqueles que veio salvar, representados pelas pessoas de Simeão e Ana, segundo as palavras do Nunc dimittis (Lc, 29-32), usadas constantemente nos cantos litúrgicos da festa: “Luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel.”.

 A festa teve sempre uma forte caracterização popular. Com efeito, os fiéis:

 - Participam de bom grado na procissão comemorativa da entrada de Jesus no Templo e do seu encontro, em primeiro lugar, com o Pai - em cuja morada entra pela primeira vez - e, depois, com Simeão e Ana. Tal procissão que, no Ocidente, tinha substituído cortejos pagãos de cariz licencioso e era de índole penitencial, foi depois caracterizada pela bênção das velas, levadas acesas na procissão em honra de Cristo, «luz para iluminar as nações» (Lc 2, 32);

 - São sensíveis ao gesto realizado pela Virgem Maria que apresenta o seu Filho no Templo e se submete, segundo o preceito da Lei de Moisés (cf. Lv 12, 1-8), ao rito da purificação; na piedade popular o episódio da purificação era visto como manifestação da humildade da Virgem, pelo que o dia 2 de Fevereiro era frequentemente considerado festa daqueles que na Igreja realizam serviços humildes.

 A piedade popular é sensível ao evento, ao mesmo tempo deliberado e misterioso, da concepção e do nascimento de uma vida nova. Em particular, as mães cristãs percebem o nexo existente, apesar das notáveis diferenças - a concepção e o parto de Maria são factos únicos -, entre a maternidade da Virgem, a puríssima, a mãe da Cabeça do Corpo místico, e a sua maternidade; na verdade, também elas são mães segundo o plano de Deus, tendo gerado os futuros membros daquele mesmo Corpo místico. Desta intuição e de uma certa mimesis do rito realizado por Maria (cf. Lc 2, 22-24) derivara o rito da purificação da puérpera, alguns elementos do qual reflectiam uma visão negativa dos factos relacionados com o parto.

 No renovado Rituale Romanum, está prevista a bênção de uma mãe tanto antes do parto como depois dele, mas esta segunda bênção só se efectuará no caso de a mãe não ter podido participar no baptismo do filho.

 Contudo, será óptimo que as mães e os cônjuges, ao pedir essas bênçãos, se adeqúem às perspectivas da oração da Igreja: comunhão de fé e de caridade na oração para que se cumpra felizmente o tempo da espera (bênção antes o parto) e para agradecer a Deus o dom recebido (bênção depois do parto).

 Nalgumas Igrejas locais, a valorização de elementos inerentes ao relato evangélico da festa da Apresentação do Senhor (Lc 2, 22-40), como a obediência de José e de Maria à Lei do Senhor, a pobreza dos santos esposos e a condição virginal da Mãe de Jesus sugeriram que se fizesse também do dia 2 de Fevereiro a festa daqueles que se dedicaram ao serviço do Senhor e dos irmãos nas várias formas de vida consagrada.

 A festa de 2 de Fevereiro conserva um carácter popular. Contudo, é necessário que corresponda plenamente ao genuíno sentido da festa. Não seria justo que a piedade popular, ao celebrar a Apresentação do Senhor, descurasse o seu principal objecto cristológico, para se ficar quase exclusivamente nos aspectos mariológicos; o facto de ela «ser considerada [...] memória conjunta do filho e de sua Mãe» (Exortação apostólica Marialis cultus, 7, Paulo VI) não favorece uma tal possível inversão de perspectiva (...).

 

Directório sobre a piedade popular e a Liturgia, nn. 120-123


 

 

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publicado às 14:03



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