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AMIGOS(!?)

por Zulmiro Sarmento, em 09.05.08

        Dois amigos atravessavam um bosque quando apareceu um urso. O mais rápido correu e subiu a uma árvore, sem se preocupar com o outro. Este, para se salvar, atirou-se ao chão e fingiu-se morto.

     O urso, tomando-o por morto, lambeu-o e foi-se embora. Parecia, até, que lhe teria dito algo ao ouvido.

     — Olha lá, que segredo te contou o urso? — perguntou o que fugiu.

 

 

     — Disse-me para nunca mais confiar em amigos como tu.

 

                                                                                 (Leão Tolstoi)

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publicado às 10:17

Nas mãos do Pai...

por Zulmiro Sarmento, em 08.05.08

     Um homem observava um menino que aguardava o voo sozinho na sala de espera do aeroporto. Quando começou o embarque, o rapaz entrou à frente e ocupou o lugar ao lado do dele. O rapaz era simpático e puxou conversa. Depois, passou o tempo pintando um livro. Não mostrava a mínima ansiedade ou preocupação. O avião entrou numa tempestade. A turbulência e as sacudidelas bruscas assustaram muitos passageiros que mostravam o seu grande desconforto. Mas o menino parecia encarar tudo com a maior naturalidade. O homem perguntou-lhe: « Não estás com medo?». «Não», respondeu. «O meu pai é o piloto! ».

(Loyde John Ogilvie )

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publicado às 09:39

Para Ti!

por Zulmiro Sarmento, em 07.05.08

     Hoje, mais uma vez almocei no refeitório da Escola. Para sobremesa um iogurte. Na tampa do lado de dentro este dizer choroso e sentimental que me caiu em sorte: «Se fosse Astrónomo, todas as estrelas tinham o teu nome!»

     Há para aí algumas declarações amorosas que me roem de inveja e por isso mando esta ao vento. Pode ser que encontre eco nalgum coração que se sinta gémeo do meu. Quem sabe!? Vá lá... um comentariozinho por "favoré"!

 

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publicado às 15:06

E depois dizem que não há PECADO ORIGINAL!...

por Zulmiro Sarmento, em 07.05.08

     Uns cientistas colocaram cinco macacos numa jaula, onde havia uma escada que dava acesso a um cacho de bananas. Quando um macaco subia, os cientistas mandavam um jacto de água gelada contra os macacos que estavam no chão. Então, estes apanhavam o outro e batiam-lhe. Em pouco tempo, nenhum macaco queria as bananas, apesar da feroz tentação de subir a escada. Os cientistas substituíram os macacos um a um. O «caloiro» tentava subir a escada mal entrava na jaula, mas ou outros batiam-lhe, e ele desistia. No fim, o novo grupo de cinco macacos, mesmo sem terem tomado um único banho de água gelada, continuavam a bater no que tentasse chegar às bananas!

 

 

P.S. Temos que mudar muita coisa na linguagem da Igreja quanto à transmissão da fé. Assim não vamos lá. Claro que ainda não deste por isso!...

     Os problemas que já estão a acontecer com os catecismos novos (renovados) da adolescência são de estremecer pela ressonância que me chega às aulas sobre sexualidade e afectos. Os sabichões da Palavra de Deus proclamada que resolvam. Os adolescentes vão-lhes fazer frente. E a fidelidade ao texto catequético respeita-se ou não!?

Forte batata quente aos saltos nas mãos duma pessoa!

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publicado às 13:05

Sabedoria de viver

por Zulmiro Sarmento, em 06.05.08

 

 

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publicado às 12:14

Como se fazem as GUERRAS

por Zulmiro Sarmento, em 05.05.08

     Kansisi é um pássaro que faz o ninho nos bananais das aldeias. Sabe muito sobre o comportamento das pessoas. Outro pássaro perguntou-lhe: «Por que é que os homens, tão inteligentes e racionais, fazem a guerra?». «A avidez, a inveja, a vingança leva-os a pegar em armas. Guerreiam-se até por coisas banais. Anda ver!».

 

Uma criança brincava. Quando viu os pássaros correu para eles com um pau, mas tropeçou num pote. A dona do pote saiu e bateu-lhe. A mãe da criança viu a tareia e arriou as costas das mãos na mulher. Os maridos de ambas saíram em socorro com facas. Em dez minutos, a aldeia estava em guerra.

(Fábula africana)

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publicado às 12:15

MULHERES MARAVILHOSAS!

por Zulmiro Sarmento, em 03.05.08

A mãe e o pai estavam na sala de estar a ver TV. Ela disse: «Estou cansada. Vou-me deitar.» Passou pela cozinha. Tirou carne do frigorífico para o dia seguinte, preparou a mesa para o pequeno-almoço e o lanche para o filho. Pôs umas roupas na máquina, passou a ferro a camisa do marido e pregou um botão. Guardou os brinquedos dispersos dentro dum caixote. Atou o saco do lixo. Parou ainda no escritório. Escreveu na caderneta escolar do filho uma nota para o director de turma. Acrescentou água e comida na tigela do cão. Verificou as portas. Espreitou o filho no quarto a dormir e beijou-o. Escovou os dentes. Chegou ao quarto. Preparou o pijama, ligou o despertador e, por fim, deitou-se.

Comentários para quê!? As mulheres em geral e as mães em particular têm este dom. E pronto. São o máximo. Sem elas o mundo andava muito mais devagar. E as nossas vidas não tinham sabor.

 

Um beijinho à minha Genuína. Hoje numa cadeira de rodas. Mas sempre mãe, lúcida e sempre preocupada com o meu dia a dia.

Fico muito feliz por colocá-la aqui. Bem o merece da minha parte!

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publicado às 22:36

«Mês de Maria» pascal

por Zulmiro Sarmento, em 02.05.08

     Como viver o «mês de Maria» em pleno tempo da Páscoa?

Maio é chamado o «mês de Maria». No entanto , mais importante é que estamos a viver o Tempo Pascal. Mas nenhuma dificuldade haverá se soubermos orientar a nossa devoção a Maria em sentido pascal.

 

     O verdadeiro «mês»

A Liturgia da Igreja não conhece ritmos mensais: tem um ritmo anual, semanal e diário. Além disso, na Liturgia o verdadeiro «mês de Maria» é Dezembro. O ciclo festivo do Natal é o tempo mais mariano de todo o ano litúrgico . A figura de Maria é, de facto, inseparável do mistério do nascimento de Jesus.

Os meses devocionais («mês de Maria», «mês de Coração de Jesus», «mês do Rosário», «mês das Almas») nasceram em períodos de um certo afastamento do povo cristão em relação às celebrações litúrgicas. Mas elas são mais importantes que essas devoções. Contudo, não é errado celebrar o «mês de Maria».

     Maria e a Páscoa

O «Directório sobre a Piedade Popular e a Liturgia» dá a seguinte orientação:

«Durante o mês de Maio, que em grande parte coincide com os cinquenta dias da Páscoa, os exercícios de piedade deverão evidenciar a participação da Virgem Maria no mistério pascal e no evento pentecostal que inaugura a caminhada da Igreja; uma caminhada que ela, tornada participante da novidade do Ressuscitado, percorre guiada pelo Espírito» (nº191).

Por conseguinte, os exercícios de piedade devem estar iluminados pela luz de Cristo Ressuscitado, apresentando Nossa Senhora como uma crente que se associou ao seu Filho na sua paixão e ressurreição, assim como esteve presente no Pentecostes, quando nasceu a Igreja.

Assim sendo, nada de caldeações  com cânticos devocionais (não litúrgicos) dentro da Eucaristia dominical , mas antes ou depois dela com alguma «celebração mariana» ou noutros momentos separados; nada de realces exagerados de «imagens marianas devocionais» na Páscoa, mas sim, os símbolos pascais em evidência, tais como: círio pascal, água pascal, cruz florida, imagem do Ressuscitado, flores, muitas flores, dísticos pascais, a realização da moderna, frutuosa e bem conseguida «Via Lucis», - a via sacra da Páscoa -, ...

Muito há a fazer nas nossas Comunidades Cristãs Católicas. Mas muito já está a ser feito. Não há dúvidas que muitas Comunidades ficam esfalfadas na vivência da Quaresma que  a exaustão física, psicológica, espiritual e devocional, não os deixa ter forças para viver o Tempo Pascal, a não ser com sopas, carne e vinho... (isto nos Açores onde há o "espírito santo" das sopas que é outra coisa diferente ainda da 3ª pessoa da Trindade e da Teologia Dogmática).

Vivenciar os grandes Dons que nos oferece o Ressuscitado em Tempo Pascal!... isso é outra conversa que não interessa a cristãos com cultos paganizados.

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publicado às 11:45

Disseram do TRABALHO

por Zulmiro Sarmento, em 01.05.08

     — Deus deu-nos a criação com a inteligência e o poder de a aperfeiçoar.

(L. Fevre)

     — Não vades para o trabalho como para uma maçada, quando podeis e deveis fazer dele uma oração.

(Madalena Delbrêl)

     — Não é a dificuldade do trabalho que lhe dá o mérito, é o grau de caridade, de amor, de união a Cristo na alma daquele que trabalha.

(Simone Patris)

     — Não penseis sobretudo que é a acção que me torna feliz. Não. É o facto de estar ao lado do Senhor para fazer aquilo que Ele quer.

(J. Ploussard)

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publicado às 12:23

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