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Novo recenseamento da prática dominical em 2011 em Portugal

por Zulmiro Sarmento, em 30.11.10

Iniciativa junta-se a inquérito sobre as atitudes e expectativas da sociedade portuguesa face à Igreja

A Igreja Católica em Portugal vai promover um novo recenseamento da prática dominical , em 2011, ano de Censos, “para poder responder com realismo aos desafios do mundo de hoje”.

A iniciativa, que aconteceu pela última vez em 2001, soma-se a um inquérito sobre as “atitudes e expectativas da sociedade portuguesa face à Igreja”, que será orientado pela Universidade Católica Portuguesa.

O presidente da Conferência Episcopal, D. Jorge Ortiga, admitiu, em conferência de imprensa, que a questão mereceu algum debate durante os trabalhos da assembleia plenária, que decorreu de 8 a 11 de Novembro, em Fátima.

Para o arcebispo de Braga, o inquérito “é “importante para ouvir as expectativas de cristãos e não-cristãos”.

As perguntas estão a ser preparadas na UCP e será esta instituição a percorrer “todas as Dioceses”, com o objectivo de ter “maior rigor”, durante o próximo ano.

Segundo o comunicado final da assembleia, os Bispos reflectiram “sobre o discurso que o Papa lhes dirigiu no passado dia 13 de Maio, em Fátima, e sobre o modo como a Igreja exerce a sua missão no mundo actual, enquanto dioceses, paróquias, movimentos de leigos e congregações religiosas”.

Desde há vários meses, recorda o comunicado, a CEP iniciou um movimento para “Repensar juntos a Pastoral da Igreja em Portugal”, com vista a “uma maior coordenação, fazendo uma caminhada sinodal, definindo prioridades e rentabilizando sinergias”.

 

ECCLESIA

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publicado às 06:37

Com papas e bolos... (Os novos e verdadeiros outdoors!) - 1

por Zulmiro Sarmento, em 29.11.10

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publicado às 06:59

1º DOMINGO DO ADVENTO (disseram...)

por Zulmiro Sarmento, em 28.11.10

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publicado às 05:04

ALEGRE-SE !

por Zulmiro Sarmento, em 27.11.10

  
Segundo os mais renomados especialistas em economia, marketing e tendências do consumidor, o Ano de 2011 será o ano do....  

CONSUMISMO
   

Pois você terá que ficar (em bom castelhano):  

   

CON- SU- MISMO CARRO  

   

CON-SU-MISMO SALÁRIO  

   

CON-SU-MISMO IMÓVEL  

   

CON-SU-MISMO VESTUÁRIO  

   

CON-SU-MISMO PAR DE SAPATOS  

   

E, SOMENTE SE DEUS QUISER, ...  

   

CON-SU-MISMO TRABALHO...  

   

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publicado às 06:07

Fundo Social Solidário foi regulamentado pelos Bispos católicos portugueses

por Zulmiro Sarmento, em 26.11.10

Bispos asseguram apoio a pessoas de todos os credos

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) aprovou em Fátima o regulamento do Fundo Social Solidário, de “carácter emergente”, destinado a “todos os mais débeis e carenciados, sejam quais forem os seus credos ou origens”.

Este Fundo, asseguram os Bispos, “pretende estar ao serviço das dioceses e paróquias, a quem compete apresentar situações e projectos, que fomentem a ajuda local e de proximidade, e iniciativas de promoção humana e desenvolvimento de capacidades das pessoas vítimas de situações de pobreza”.

No comunicado final da assembleia plenária, que decorreu de 8 a 11 de Novembro, foi revelado que a base financeira do fundo é assegurada por dádivas feitas para a conta a ele associada, com o NIB 0033 0000 0109 0040 15012, podendo, no Multibanco, ser usada a Entidade 22 222 e referência 222.222.222.

“Não pensemos que a Igreja tem capacidade para dar resposta a todos os problemas”, adiantou o presidente da CEP, D. Jorge Ortiga, em conferência de imprensa.

Os responsáveis da Igreja adiantam que “será dada informação pública regular sobre montantes recebidos e aplicados, tipificação dos casos e avaliação do funcionamento”.

A Equipa Nacional do Fundo é composta pelo Presidente da Cáritas Portuguesa e representantes da Comissão Nacional Justiça e Paz, da Comissão Justiça e Paz dos Religiosos, da Sociedade São Vicente de Paulo e de outras instituições significativas no campo social.

D. Jorge Ortiga disse aos jornalistas que o Fundo Solidário é uma “resposta de emergência” e quer sensibilizar “todo e qualquer português que sinta que a Igreja pode responder a situações de carências bem concretas”.

Aprovada a criação de um Observatório Nacional para a Acção Social da Igreja, a CEP decidiu organizar um “projecto concreto de acção”.

"As organizações com espírito eclesial sentem a necessidade de reforçar os laços de cooperação, para melhor responder aos urgentes desafios da presente situação" de crise, indica a nota dos Bispos.

O presidente da CEP destacou a importância de articulação para “responder mais e melhor” e de "criar nas pessoas uma maior consciência da responsabilidade que cada um tem, procurando estar atento aos seus vizinhos”.

Durante esta assembleia foi também apresentado o “Fundo Bem Comum”, da Associação Cristã de Empresários e Gestores, destinado a desempregados com mais de 40 anos.

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publicado às 06:00

Parolo é a tua tia, pá!

por Zulmiro Sarmento, em 25.11.10

 
 

Quando passar numa das principais artérias da cidade de Lamego, não vai precisar de muita atenção para esbarrar numa original placa. Não se trata de um escritório de advogado, ou um consultório médico, nem mesmo de um gabinete de contabilidade, mas sim da novíssima profissão liberal de, imagine lá... deputado!! A mediocridade não enxerga além de si mesma, já dizia Doyle e, antigamente este tipo de pessoas recebiam apropriado adjectivo mas hoje, ainda que tal aconteça pouco lhes importa... já perderam a noção do ridículo e a vergonha.

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publicado às 06:45

Não é com greves que recuperamos o país

por Zulmiro Sarmento, em 24.11.10

Este mês de Novembro está sob o ciclo das questões de economia, tanto da do trabalho como da contestação.

De facto, mesmo que estrebuchando o país está na ‘bancarrota’ – não que a banca esteja rota – mas que as finanças do Estado é que faliram... e poucos assumem as suas culpas nem aceitam as consequências dos seus actos. Por isso, como que soa a ridículo que se faça uma jornada de greve geral, quando o que era preciso seria mobilizar o país – população, instituições, partidos, empregados e empregadores – para a recuperação.
Vamos, no entanto, por partes:

+ Os outros não nos levam a sério
Efectivamente, o mercado – outros preferem chamar-lhes os especuladores – não reagiu bem à aprovação do Orçamento de Estado, tendo subido a taxa de juros dos empréstimos que nos querem cobrar. Pudera! Quem seria capaz de ver seriedade num Parlamento onde os quem fazem acordos de viabilização do OE 2011 se ofendem e degladiam daquela forma que vimos entre os dois maiores partidos portugueses? Mais pareciam dois galos à guerra numa capoeira do que gente civilizada a tentar resolver os problemas do país!
É triste a figura que damos àqueles que nos vêem em conflitos de interesses e com isso vamos degradando a economia. Somos uma espécie de país de gente pequena que não olha a meio para atingir os seus fins, mesmo os mais mesquinhos, corporativos e egoístas.
Em vez de nos unirmos para fazer ressurgir o que ainda resta, vendemos a alma aos chineses, pois estes têm dinheiro capaz de nos enfeitiçar, mesmo que isso implique calar a voz da razão nos ofensas aos direitos humanos mínimos.

+ Não acreditamos em nós mesmos
Parece que há múltiplos interesses quando os protestos sobem de tom. Olhamos para o resto da Europa e vemos que cresce a capacidade económico-financeira, enquanto nós vemos, cada dia, surgir mais e mais casos de pobreza e de falências, de desemprego e de corte nos subsídios... Todos se colam à crise, mas pouco ou nada se corta nas extravagâncias. Como é possível que se encham estádios de futebol com bilhetes a mais de duzentos euros e dizem que há crise? Como é possível encher hipermercados aos domingos à tarde para compras, se tudo tem de ser pago a pronto ou, no mínimo, a crédito? Como é possível ver o confronto com casos de miséria ao lado de exibições de novo-riquismo em automóveis e comezainas?
Nem as declarações de apelo à verdade dos nossos bispos parecem ofender a consciência crispada de tantos dos nossos concidadãos. Corre sobre a nossa cabeça uma espécie de maldição, pois não nos assumimos como pobres e empobrecidos, mas antes tentamos culpar os outros pelas falhas do sistema... fiscal, educativo, financeiro, político, etc.

+ Mobilizar-se para a luta em trabalho... solidário
A quem interessa apresentar um país onde o trabalho da luta não é substituído pela luta do trabalho? A quem interessa abespinhar em vez de unir? A quem interessa limpar as culpa sem encontrar os culpados? A quem interessa favorecer os preguiçosos em vez de incentivar o trabalho? A quem interessa promover greves e manifestações – porventura legais mas ilícitas! – em vez de incentivar a solidariedade na construção do bem comum?
Urge, por isso, dizer: há políticos que não merecem ser ouvidos, pois legalmente mentem e não não chamados à responsabilidade cívica... muito antes das votações. Há pessoas que são culpadas do estado do país e continuam com tempo de antena afagando o seu ego incoerente. Há situações que exigem, urgentemente, ruptura com a mentira e a falsidade.
Mais do que o inferno dos outros precisamos de construir um céu de confiança com os outros, já!

Sílvio Couto

ECCLESIA

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publicado às 06:38

Imagens Longínquas... sem comentários

por Zulmiro Sarmento, em 23.11.10

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publicado às 06:32

Hino da Jornada Mundial da Juventude 2011 está disponível em português

por Zulmiro Sarmento, em 22.11.10

 

Quem quiser pode ir já começando a afinar a voz e a decorar o hino que vai animar a Jornada Mundial da Juventude, marcada para Agosto do próximo ano, em Madrid.

A versão portuguesa da música, intitulada “Firmes na Fé”, já se encontra disponível em formato pdf e com pauta incluída, num trabalho realizado pelo Departamento Nacional da Pastoral Juvenil (DNPJ), em colaboração com a Comissão Organizadora do certame.

A letra da canção - que pode ser ouvida aqui, na sua versão original - é baseada no texto do Apóstolo São Paulo, “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”, escolhido por Bento XVI como o tema da JMJ Madrid 2011.

De acordo com as previsões do DNPJ, a versão 2011 daquele que é o maior encontro de jovens católicos deverá contar com a participação de cerca de 15 mil portugueses.

 

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publicado às 06:12

Tema da Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo (Último Domingo do Ano Litúrgico C)

por Zulmiro Sarmento, em 21.11.10

A Palavra de Deus, neste último domingo do ano litúrgico, convida-nos a tomar consciência da realeza de Jesus. Deixa claro, no entanto, que essa realeza não pode ser entendida à maneira dos reis deste mundo: é uma realeza que se exerce no amor, no serviço, no perdão, no dom da vida.
A primeira leitura apresenta-nos o momento em que David se tornou rei de todo o Israel. Com ele, iniciou-se um tempo de felicidade, de abundância, de paz, que ficou na memória de todo o Povo de Deus. Nos séculos seguintes, o Povo sonhava com o regresso a essa era de felicidade e com a restauração do reino de David; e os profetas prometeram a chegada de um descendente de David que iria realizar esse sonho.
O Evangelho apresenta-nos a realização dessa promessa: Jesus é o Messias/Rei enviado por Deus, que veio tornar realidade o velho sonho do Povo de Deus e apresentar aos homens o “Reino”; no entanto, o “Reino” que Jesus propôs não é um Reino construído sobre a força, a violência, a imposição, mas sobre o amor, o perdão, o dom da vida.
A segunda leitura apresenta um hino que celebra a realeza e a soberania de Cristo sobre toda a criação; além disso, põe em relevo o seu papel fundamental como fonte de vida para o homem.
 
ECCLESIA - Padres Dehonianos

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publicado às 06:57

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