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Um Domingo, um pensamento

por Zulmiro Sarmento, em 06.09.09

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publicado às 08:00

Chegou ao fim o Simpósio do Clero de Portugal

por Zulmiro Sarmento, em 05.09.09

Conclusões apelam a uma cultura de formação na Igreja

 
Conclui-se esta Sexta-feira em Fátima o VI Simpósio do Clero de Portugal, subordinado ao tema “Reaviva o dom que há em ti”. Mais de 800 padres, alguns diáconos e os seus bispos viveram estes quatro dias entre conferências, tempos de oração comunitária, momentos de reflexão, de partilha e de convívio.
“Foi uma autêntica experiência de comunhão eclesial e de fraternidade sacerdotal”, refere a organização do evento, em comunicado.
No documento conclusivo do Simpósio pede-se que “se crie uma cultura de formação permanente na Igreja, pois ainda não existe”. A vida do padre ou “é formação permanente, ou é frustração permanente, repetitividade, desleixo geral, inércia, apatia, perda de credibilidade, ineficácia apostólica”.
De 1 a 4 de Setembro, os mais participantes tiveram oportunidade de ouvir vários oradores que colocaram a tónica na identidade sacerdotal. Em relação à formação nos seminários, faz-se referência a uma “atenção cuidada aos vários programas de formação dos seminários”. Só assim os padres poderão optar “pelo modelo de integração, polarizado no dinamismo da Cruz como ícone do Mistério Pascal, onde o amor entregado nos convida incessantemente, iluminando-nos e aquecendo-nos, a recebermos agradecidos o dom que a vida sacerdotal é, e a oferecermo-la alegremente como dom”.
Os caminhos a percorrer para que a Igreja responda aos novos desafios do mundo de hoje “não estão ainda bem definidos e traçados”. O texto aponta pistas: “Temos de utilizar a lucidez na análise do que se apresenta, e a paciência misericordiosa para enfrentar as incompreensões”.
Como as pessoas “não se seduzem nem se cativam verdadeiramente com a acomodação do Evangelho aos seus desejos e gostos pessoais”, as conclusões deste simpósio sublinham que “só quando o sacerdote se deixou, primeiro, seduzir no encontro pessoal com Cristo, poderá falar de tal maneira que as pessoas o descobrem possuído de uma luz e beleza que ele mesmo desconhece.”
Ao padre, hoje, são lançados inúmeros desafios e as respostas não podem ser mais “aquelas que sempre se deram, ou porventura, aquelas que o tempo de hoje não necessita”. Para além de catalogações sociais entre conservadores ou progressistas, “assumiu-se que é necessário revisitar o Concílio Vaticano II e o Magistério posterior, num esforço de caminhos de comunhão e leitura dos ‘sinais dos tempos’”.

 ECCLESIA

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publicado às 20:26

Ele existe...

por Zulmiro Sarmento, em 05.09.09

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publicado às 08:00

Só o Futuro interessa...

por Zulmiro Sarmento, em 04.09.09

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publicado às 08:05

ÀS QUINTAS-FEIRAS... (Ano Sacerdotal)

por Zulmiro Sarmento, em 03.09.09

 

 

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publicado às 08:22

Deixar-se dizer pela Palavra para vivê-la e anunciá-la aos outros

por Zulmiro Sarmento, em 03.09.09

XXXII Semana Bíblica Nacional

A XXXII Semana Bíblica Nacional decorreu em Fátima, de 23 a 28 de Agosto, com a participação de mais de 300 pessoas e a colaboração de 13 conferencistas, três dos quais, bispos. Organizada pelo Movimento de Dinamização Bíblica, dos franciscanos capuchinhos, contou com a colaboração dos seus vários secretariados regionais e uma equipa de Liturgia.
A intenção era aproveitar a dinâmica atingida no Ano Paulino e secundar os apelos do último Sínodo sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja. De facto, muita gente descobriu as Cartas de Paulo e os Actos dos Apóstolos, ficando desperta para a Bíblia; mas a maioria não acompanhou o Sínodo, que pretendeu «sobretudo renovar a fé da Igreja na Palavra de Deus» (55ª Proposição). Por isso, os temas desta Semana foram organizados a partir das quatro palavras-chave da Mensagem do Sínodo ao Povo de Deus: a VOZ da Palavra (a Revelação), o ROSTO da Palavra (Jesus Cristo), a CASA da Palavra (a Igreja) e os CAMINHOS da Palavra (a Missão).
 A VOZ. D. António Couto, bispo auxiliar de Braga,disse “Como falou Deus e fala hoje ao seu povo”: com «uma voz que atravessa o coração», que fala «em», por dentro, e não tanto «por», sendo necessário manter um contacto íntimo com as Escrituras mediante a leitura sagrada e o estudo apurado; a «voz de um fino silêncio», como a que o profeta Elias sentiu na brisa, que é preciso saber «escutar», pois só podemos exprimir bem o que em nós deixarmos imprimir. Escutar é deixar-se dizer pela Palavra. D. António Taipa, bispo auxiliar do Porto, falou da sua vivência do “Sínodo visto por dentro”, como «uma profunda experiência de Igreja e uma forte experiência de fé». Sublinhando que «a Palavra de Deus não está prisioneira da Escritura», falou da «contemplação da Palavra de Deus na criação, na história e nas pessoas»; do apelo ao serviço da Palavra na homilia, na catequese, no primeiro anúncio; e da celebração da Palavra na Leitura orante (Lectio divina e Revisão de vida) e na Eucaristia.
 O ROSTO. O capuchinho frei Fernando Gustavo salientou que, como em qualquer relação, também na Bíblia há dois que se procuram; mas, «a nossa simples possibilidade de encontro com o rosto da Palavra (Cristo), terá sempre de passar pela nossa disponibilidade para o encontro com todos os outros». Dentro destes critérios, leu alguns textos do Antigo e do Novo Testamento, como a Aliança, as tentações de Jesus, a multiplicação ou “divisão” dos pães e os discípulos de Emaús. D. Carlos Moreira Azevedo, bispo auxiliar de Lisboa e especialista em História da Igreja, apresentou os principais “Teólogos que marcaram a história da Bíblia”, permitindo ver como a Palavra de Deus foi sendo abordada num sentido mais espiritual, pastoral, literal ou sapiencial; como foi secundarizada na longa época escolástica, e o seu processo de renovação com o movimento bíblico, o grande impulso ao estudo da Bíblia com a teologia protestante, e o pós-Concílio Vaticano II que definiu a Bíblia como «alma da teologia e da vida pastoral».
 A CASA. O P. Carlos de Aquino, liturgista da diocese do Algarve, falou da “Liturgia, o Iugar privilegiado da Palavra de Deus”. Para entender o valor e a pertinência do tema, bastaria citar a Constituição sobre a Sagrada Liturgia, do Vaticano II: «Na celebração da Liturgia a importância da Sagrada Escritura é muito grande. De facto, dela se tomam as Leituras, que se explicitam na homilia, os salmos que se cantam; da sua inspiração e sob o seu impulso nascem as preces, orações e hinos litúrgicos; e dela, acções e sinais recebem o seu significado.» A comprová-lo, o biblista franciscano frei João Lourenço falou de “S. Francisco de Assis e a Palavra de Deus hoje”. De facto, a principal fonte de Francisco em relação à Bíblia foi a escuta da Palavra na Eucaristia, depois reflectida em privado; e de tal modo ele foi transformado pelo Deus da Palavra, que escreveu uma Regra para os «Irmãos Menores»,aprovada pelo Papa, propondo-se «viver segundo o santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo». E assim «restaurou» a Casa da Igreja.
 OS CAMINHOS. O frei Herculano Alves falou da “Palavra de Deus, animação de toda a Pastoral”. A este capuchinho doutorado em Sagrada Escritura, com largos anos de ensino universitário e um intenso trabalho pastoral de formação e animação em paróquias, grupos e congregações religiosas, pediu-se que apontasse caminhos de passagem da palavra da Bíblia para a Missão da Igreja. E fê-lo de modo frontal, não poupando a assembleia a um certo desconforto. Bastou apresentar a boa doutrina dos documentos da Igreja sobre a Bíblia, para se concluir da incongruência entre a teoria e a prática e um excessivo acento posto no culto em detrimento da evangelização, com nocivos efeitos à vista. Daí nasceram várias sugestões, a fim de se passar de uma pastoral bíblica à animação bíblica de toda a pastoral, como pediu o Sínodo. A exposição foi complementada, de tarde, por um painel sobre “Como levar a Bíblia ao Povo de Deus, hoje?”, moderado por frei Acácio Sanches, com três propostas concretas: a Escola Bíblica (Palmira Reis, Aveiro), os Grupos Bíblicos (Luísa Maria Abreu, Coimbra) e a Lectio divina (frei Lopes Morgado, Fátima), seguindo-se uma celebração da Lectio divina com toda a assembleia.
 CONCLUSÃO. A Semana concluiu com mais uma reflexão sobre “Maria, modelo de acolhimento da Palavra para o crente”, por Isabel Varandas. Seguindo-se a Eucaristia de Encerramento presidida por D. Serafim Ferreira e Silva, bispo emérito de Leiria-Fátima, que, em nome dos seus colegas no episcopado, agradeceu a todos o interesse manifestado pela Palavra de Deus.
As carências e disponibilidades das pessoas, e os apelos deste Sínodo, sugerem esta proposta pastoral urgente no nosso país: uma Bíblia em cada Família, que faça dela “pão” de cada dia e uma “refeição” semanal; um grupo de Lectio divina em cada paróquia, que junte os grupos bíblicos existentes e outros agentes de evangelização, com celebração semanal das Leituras do Domingo; uma Escola Bíblica ou Escola da Palavra” mensal em cada vigararia, para formação de catequistas, ministros da Palavra e membros dos grupos bíblicos; e um Secretariado Bíblico diocesano ou regional que coordene e apoie toda esta acção pastoral.
 
Lopes Morgado
ECCLESIA

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publicado às 08:00

Bispo de Leiria-Fátima lamenta imagens distorcidas da Igreja

por Zulmiro Sarmento, em 02.09.09

D. António Marto deixa desafios à Diocese para o novo ano pastoral

 O Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, considera que existem “imagens desfocadas ou mesmo deturpadas da Igreja”, defendendo que a mesma “não é uma ‘internacional’ à qual se possa pertencer à distância, por inscrição e pagamento de cotas, nem uma sociedade de telespectadores, teleouvintes ou cibernautas”.
Na Carta para o ano pastoral 2009/2010, o prelado, que é também vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, assinala que “um dos factores que mais mina a consciência de Igreja e que está na base da falta de afecto à Igreja é uma visão demasiado humana, meramente sociológica sobre ela, que é muito redutora”.
“A opinião pública fixa-se, normalmente, no seu aspecto institucional. Ora, a relação com uma instituição é sempre mais fria, mais distante e formal”, explica.
D. António Marto diz que "a imagem da Igreja, muitas vezes transmitida pelos meios de comunicação, é a de uma grande e poderosa organização internacional da religião cristã: à semelhança de outras grandes organizações, é representada por especialistas (os altos cargos oficiais) e é competente para satisfazer as necessidades religiosas. Assemelhar-se-ia a uma multinacional cuja central seria Roma e cujas filiais ou sucursais seriam as dioceses e as paróquias".
P"or vezes, também se veicula a ideia da Igreja como uma Organização Não Governamental (ONG) de beneficência ou solidariedade social, uma espécie de “Cruz Vermelha”para os males sociais; ou ainda como uma agência de moralidade, qual polícia que vela pelos bons costumes", acrescenta.
Segundo este responsável, “nota-se ainda, a nível europeu, o enfraquecimento e até a perda da consciência eclesial, isto é, da consciência do verdadeiro sentido da Igreja e da pertença afectiva e efectiva a ela”.
“Diversos factores de ordem cultural e social contribuem para isso, sobretudo o crescente individualismo da cultura contemporânea que enfraquece os laços interpessoais e o sentido de pertença”, precisa.
Neste contexto, o novo ano pastoral em Leiria-Fátima “será dedicado à edificação da comunidade cristã, à revitalização do seu tecido interior e das suas estruturas e à (re)organização pastoral que isso exige”.
O documento fala numa “diminuição acentuada do número de padres no serviço pastoral, por motivos de idade ou doença”, e da “escassez de vocações ao sacerdócio”.
Para D. António Marto “todos somos chamados a um maior empenho na edificação de comunidades cristãs vivas, na base do duplo princípio da comunhão e da corresponsabilidade”.
A carta pastoral tem como título “Ir ao coração da Igreja”, sublinhando que muitos “só conhecem a Igreja por fora e, por isso, não conhecem o seu coração, a sua beleza interior, não lhe têm afecto, nem têm motivação interior para lhe dedicar a sua colaboração”.
O Bispo admite que “a Igreja não precisa de inventar a sua visão, porque esta já se encontra no Evangelho, mas tem necessidade de a redescobrir e aprofundar em cada tempo perante novas situações e novos desafios”. 45 anos após a conclusão do Concílio Vaticano II, diz ainda, “verificamos que ainda há muito caminho para andar”.
Falando, mais à frente, de “cinco elementos fundamentais da vida comunitária”,  D. António Marto apela à “perseverança na fracção do pão”, isto é, na Eucaristia.
“A comunhão dos fiéis em Cristo exige, por natureza, a assembleia à volta de Cristo ressuscitado e a comunhão com Ele. Esta é absolutamente necessária para a Igreja como tal e para cada cristão”, escreve.
Este responsável refere ainda que “há que promover, em cada paróquia, a constituição ou revitalização de grupos ou movimentos que colaborem nos vários sectores da pastoral da comunidade”.
A carta apresenta um “Modelo de pastoral integrada e integral”, em que se fala no fim do “tempo da paróquia e do pároco auto-suficientes e isolados, que respondiam sozinhos a todos os problemas, exigências e situações”.
D. António Marto quer uma rejeição clara, por parte dos fiéis, “à divisão, à desresponsabilidade (indiferença) e à estagnação ou ao imobilismo”.
“Estamos conscientes de que são necessárias uma mudança de mentalidade, criatividade e conversão pastoral que mexe com hábitos adquiridos. Mas uma simples «pastoral de conservação», além de ser estéril, mostra-se irresponsável e, ouso dizer, objectivamente pecaminosa, porque surda, se não mesmo hostil à voz de Deus e ao seu chamamento na hora actual”, conclui.

ECCLESIA

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publicado às 08:00

Padres de Portugal em Simpósio

por Zulmiro Sarmento, em 01.09.09

 

 Mais de 750 padres de todo o país vão reunir-se a partir desta Terça-feira em Fátima para o VI Simpósio do Clero, organizado pela Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios. A iniciativa, que decorre a cada três anos, tem desta feita um significado especial por coincidir com o Ano Sacerdotal convocado por Bento XVI.
O Simpósio tem como tema “Reaviva o dom que há em ti” e vai abordar a formação contínua e permanente do clero. Esta edição será aberta por D. Jorge Ortiga, Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa. Quarta-feira, o Cardeal D. José da Cruz Policarpo, membro da Congregação para a Educação Católica e do Conselho Pontifício para os Leigos, apresentará uma conferência sobre o tema “Crescer como pessoas para servir como pastores”.
Na Sexta-feira, o Simpósio será encerrado com a presença do Cardeal brasileiro D. Cláudio Hummes, prefeito da Congregação para o Clero, que fará um convite ao diálogo, com a palestra “Renova nos seus Corações o Espírito de Santidade”.
Além das conferências, a iniciativa reserva espaço para debate, estudo, convívio, partilha de experiências e momentos de oração. Haverá ainda uma noite dedicada às dioceses, em que cada Bispo se reunirá com o seu clero.
Bento XVI convocou a Igreja para um “Ano Sacerdotal”, que teve início no dia 19 de Junho, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, por ocasião do 150.º aniversário da morte de S. João Maria Vianney, o Santo Cura d'Ars. Para a vivência do Ano Sacerdotal, o Papa escolheu o lema “Fidelidade de Cristo - Fidelidade do sacerdote”. Os Bispos de Portugal apelam à “iniciativa do povo de Deus para que seja um ano apostolicamente fecundo”.
 Programa
A abertura do colóquio está agendada para dia 1 de Setembro, pelas 10h30, com intervenções de D. Jorge Ferreira da Costa Ortiga, D. António Francisco dos Santos, Presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios, e do Padre Jorge Madureira, Secretário da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios e do Simpósio.
O Simpósio continua pelas 11h30, com o Padre Anselm Grun, beneditino alemão, a pronunciar a sua Conferência sobre os seguintes temas: “Alegro-me nas minhas fraquezas, a experiência de si e o acompanhamento espiritual”; “O presbítero, o homem de Deus seduzido”.
Pelas 15h00, o Padre Anselm Grun profere a comunicação “Homem, Força na debilidade”, e logo a seguir, pelas 17h00, o mesmo conferencista analisa “Amadurecer espiritualmente durante toda a vida”; “Desafios do acompanhamento”.
No segundo dia, 2 de Setembro, pelas 10h00, o Padre Rocha e Melo, jesuíta, analisa a exortação de Paulo a Timóteo: “Não descures o dom espiritual que está em ti”, e “Os caminhos do silêncio e da oração”. Pelas 15h00, o Cardeal D. José da Cruz Policarpo pronuncia a sua conferência sobre “Como crescer como pessoas para servir como pastores”, seguindo-se, pelas 16h30, um painel orientado pelo Padre José Tolentino Mendonça sobre “Padres para um tempo novo”.
Dia 3 de Setembro, dividida em três partes distintas, o Padre Amedeo Cencini pronuncia a conferência sobre o “Modelo formativo em volta do qual se pode construir um projecto de formação permanente: a árvore da vida sacerdotal”, pelas10h00, 15h00 e 17h00.
Na Sexta-feira, 4 de Setembro, realiza-se a Conferência de encerramento, pelo Cardeal Cláudio Hummes. Às 11H30, será apresentada a síntese conclusiva dos trabalhos, terminando o Simpósio com a celebração da Eucaristia.

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