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Portugal: uma república "latino-americana"?!

por Zulmiro Sarmento, em 29.01.09

PARA QUE A PLEBE SAIBA:

Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola

José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios
(BPN)


Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN;
Presidente do Conselho Executivo da FLAD

Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP

Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do
Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de
'trabalho',

Saiu com 10 milhões de indemnização!!! e mais
35.000€ x 15 meses por ano até morrer...)

António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional;
Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda
umas 'patacas' como comentador RTP)

Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD

José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES

João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios
Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.

Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e
Habitação

Agora - Vogal do CA do BES

Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou
todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à
Lusoponte)
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de
renegociar o contrato.

Etc...etc...etc...

O que é isto? Não, não é a América Latina, nem
Angola.

É Portugal no seu esplendor .


Corrupção! Cunhas! Gamanço!

...e depois este ESTADO até quer que se declarem as
prendas de casamento e o seu valor.

Já é tempo de parar! Não te cales, DENUNCIA!

PARA QUE A PLEBE SAIBA:

Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola

José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios
(BPN)


Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN;
Presidente do Conselho Executivo da FLAD

Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP

Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do
Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de
'trabalho',

Saiu com 10 milhões de indemnização!!! e mais
35.000€ x 15 meses por ano até morrer...)

António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional;
Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda
umas 'patacas' como comentador RTP)

Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD

José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES

João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios
Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.

Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e
Habitação

Agora - Vogal do CA do BES

Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou
todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à
Lusoponte)
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de
renegociar o contrato.

Etc...etc...etc...

O que é isto? Não, não é a América Latina, nem
Angola.

É Portugal no seu esplendor .


Corrupção! Cunhas! Gamanço!

...e depois este ESTADO até quer que se declarem as
prendas de casamento e o seu valor.

Já é tempo de parar! Não te cales, DENUNCIA!

 

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publicado às 09:02

Frases eternas

por Zulmiro Sarmento, em 29.01.09

 

 

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publicado às 09:01

Cada dia um

por Zulmiro Sarmento, em 29.01.09

CANDEIA QUE VAI À FRENTE, ALUMIA DUAS VEZES.

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publicado às 09:00

Quantas coisas prioritárias... governos à deriva!

por Zulmiro Sarmento, em 28.01.09

Secretário da CEP comenta questão dos casamentos homossexuais

Qualquer governo ou partido político tem todo o direito e autonomia para propor iniciativas que julgue mais convenientes para solucionar os problemas da sociedade, do país, para promover a justiça e a igualdade.

 

Parece‑me, contudo, desproporcionado que o partido do governo se fixe neste assunto dos casamentos homossexuais, quando há tantos problemas graves e gritantes na nossa sociedade actual, como seja a crise financeira e económica que está afectando gravemente as famílias e as empresas. Além do mais esta iniciativa, em vez de unir os portugueses para resolver os reais problemas do país, será seguramente um forte factor de divisão, fracturante como se diz. Dá, pois, a impressão de que se trata de uma distracção dos reais e mesmo clamorosos problemas que atingem algumas faixas sociais mais desfavorecidas.

 

Penso que todos nós esperamos dos partidos em geral e mais ainda do partido do governo, iniciativas que ajudem a resolver o «Inverno demográfico» por que passa a nossa sociedade, com o envelhecimento progressivo da população, dada a baixíssima taxa de natalidade; todos nós esperamos que o governo proteja a estabilidade da família e ajude a que os casais possam ter os filhos que desejam e não se sintam forçados a uma drástica limitação da natalidade por falta de ajudas sociais. Há países em que ter mais que um filho, significa quase ter um novo ordenado…

 

Digo isto sem nada que se pareça com discriminação em relação aos homossexuais. Todos, pelo facto de serem pessoas, merecem o nosso integral respeito e atenção, independentemente da orientação sexual, da raça, da ideologia ou do credo. A Igreja, seguindo os passos de Jesus, promove o respeito e acolhimento de todos, também dos homossexuais. Mas a justíssima causa de abolir as discriminações não pode justificar tudo. É que a nossa estrutural identidade é um valor a cultivar. A identidade não é uma questão de opção. Eu não sou homem ou mulher por escolha. Eu também sou o meu corpo e com ele devo aprofundar a minha identidade psicológica, afectiva, relacional. Parece‑me ser um grave erro antropológico equiparar uma união homossexual ao casamento e à família. A família é um património fundamental da humanidade que não pode ficar à mercê das disposições de qualquer campanha ocasional, em consonância com modas que pisam as fronteiras de algo que é não é substituível por qualquer outro tipo de relacionamento e união.

 

Estou‑me a recordar do caso da Inglaterra que encontrou um quadro legal para uma união estável de duas pessoas do mesmo sexo, com certos direitos por exemplo a nível dos impostos e das heranças. Fez tudo isto, mas sem dar o nome e o estatuto de «casamento» e de «família». Espero que o bom senso acabe por prevalecer, no respeito de todos, mas sobretudo da célula fundamental da sociedade que é a família, que não se pode reinventar a nosso gosto.

 

P. Manuel Morujão, SJ – secretário da Conferência Episcopal Portuguesa

 

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publicado às 09:02

VAMOS AJUDAR OS LEPROSOS: 25 EUROS CURA UM! E EXISTEM DEZ MILHÕES! A MAIOR DE TODAS AS LEPRAS É DE FACTO O EGOÍSMO...

por Zulmiro Sarmento, em 28.01.09

 

 

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publicado às 09:01

Cada dia um

por Zulmiro Sarmento, em 28.01.09

CAMINHO COMEÇADO É MEIO CAMINHO ANDADO.

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publicado às 09:00

Professores: paus comandados!

por Zulmiro Sarmento, em 27.01.09

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publicado às 09:32

Perigos das novas tecnologias

por Zulmiro Sarmento, em 27.01.09

 
Papa dirige-se às «gerações digitais» na Mensagem para o 43º Dia Mundial das Comunicações Socais

Bento XVI evidencia o perigo que a adesão exclusiva às novas tecnologias digitais podem implicar para o homem e para o seu relacionamento social. Dirigindo-se em especial os jovens, às "gerações digitais”, como principais utilizadores dos “novos media”, o Papa não deixa de alertar para as responsabilidades que a sua utilização acarreta. Na Mensagem para o 43º Dia Mundial das Comunicações Sociais, este ano sob o tema «Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade», Bento XVI apela aos que operam no sector da produção e difusão de conteúdos dos novos «media», “o continente digital”, a que “se sintam obrigados ao respeito da dignidade e do valor da pessoa humana”.

 

“Se as novas tecnologias devem servir o bem dos indivíduos e da sociedade, então aqueles que as usam devem evitar a partilha de palavras e imagens degradantes para o ser humano e, consequentemente, excluir aquilo que alimenta o ódio e a intolerância, envilece a beleza e a intimidade da sexualidade humana, explora os débeis e os inermes”.

 

O Papa pede, especialmente aos jovens, “que vos encontrais quase espontaneamente em sintonia com estes novos meios de comunicação”, a tarefa da “evangelização deste «continente digital»”.

 

Bento XVI assegura ser “gratificante” o surgimento de novas redes digitais que procuram “promover a solidariedade humana, a paz e a justiça, os direitos humanos e o respeito pela vida e o bem da criação”.

 

Estas redes “podem facilitar formas de cooperação entre povos de diversos contextos geográficos e culturais, consentindo-lhes de aprofundar a comum humanidade e o sentido de corresponsabilidade pelo bem de todos”.

 

As vantagens são apontadas pelo Papa que as apelidas de “verdadeiro dom para a humanidade”. Nesse sentido, “devemos fazer com que as vantagens que oferecem sejam postas ao serviço de todos os seres humanos e de todas as comunidades, sobretudo de quem está necessitado e é vulnerável”. Bento XVI afirma mesmo que os novos instrumentos da comunicação não podem ser limitados a quem “já é económica e socialmente marginalizados” e não devem contribuir “para incrementar o desnível entre pobres e ricos”.

 

O Papa afirma que as novas formas de comunicação correspondem ao desejo “mais profundo e natural do ser humano se relacionar, não se podendo compreender adequadamente só como resposta às inovações tecnológicas”. “As novas tecnologias abriram também a estrada para o diálogo entre pessoas de diferentes países, culturas e religiões”. Contudo, o chamado “cyberspace”, “não pode banalizar o conceito e a experiência da amizade”.

 

Bento XVI alerta para o perigo de “ligação virtual se tornar obsessiva”, e como consequência “a pessoa isola-se, interrompendo a interacção social real”. “Seria triste se o nosso desejo de sustentar e desenvolver on-line as amizades fosse realizado à custa da nossa disponibilidade para a família, para os vizinhos e para aqueles que encontramos na realidade do dia-a-dia, no lugar de trabalho, na escola, nos tempos livres”.

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publicado às 09:30

Cada dia um

por Zulmiro Sarmento, em 27.01.09

CAIU EM SACO ROTO.

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publicado às 09:30

Os papás e as mamãs são quem mais ordena... pois claro!

por Zulmiro Sarmento, em 26.01.09

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publicado às 17:17

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